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Saúde Instituto questiona resultados de ensaio clínico da AstraZeneca nos Estados Unidos

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Nesta segunda-feira, a AstraZeneca afirmou que sua vacina se mostrou segura e 79% eficaz na prevenção de casos sintomáticos da Covid-19

Foto: Reprodução
Medida é motivada por sinal-verde do Ministério da Saúde e falta de estoques da Pfizer na cidade. (Foto: EBC)

O Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (Niaid, na sigla em inglês) dos Estados Unidos questionou nesta terça-feira (23), o ensaio clínico que constatou uma eficácia de 79% da vacina da AstraZeneca contra a Covid-19. Em um comunicado à imprensa, o Niaid afirmou que os testes podem ter usado “informações desatualizadas” que poderiam “fornecer uma visão incompleta sobre os dados de eficácia.”

“Nesta segunda-feira, o Conselho de Monitoramento de Dados e Segurança [DSMB, na sigla em inglês] notificou o Niaid, a Barda [Autoridade de Pesquisa Avançada e Desenvolvimento Biomédico] e a AstraZeneca de que está preocupado com a informação divulgada pela AstraZeneca sobre resultados iniciais do estudo clínico sobre a sua vacina”, diz o comunicado.

Nesta segunda-feira (22), a AstraZeneca afirmou que sua vacina se mostrou segura e 79% eficaz na prevenção de casos sintomáticos da covid-19 em um ensaio clínico que envolveu mais de 32 mil pessoas nos Estados Unidos. A empresa disse que iria requisitar ao governo americano uma autorização de uso emergencial do imunizante.

“Pedimos que a empresa trabalhe com o DSMB para revisar os dados de eficiência e garantir que dados mais precisos e atualizados sejam tornados públicos o quanto antes”, diz o comunicado do Niaid.

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