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Inter Inter vive vácuo de comando e presidente do clube corre contra o tempo para reorganizar o futebol

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Após escapar do rebaixamento, Colorado enfrenta crise interna com debandada de dirigentes e indefinição sobre Abel Braga

Foto: Divulgação/Internacional
Após escapar do rebaixamento, Colorado enfrenta crise interna com debandada de dirigentes e indefinição sobre Abel Braga. (Foto: Divulgação/Internacional)

O torcedor colorado segue sem descanso. Depois do alívio pela permanência na Série A do Brasileirão, o Inter mergulhou em uma nova onda de tensão: o departamento de futebol ficou praticamente sem liderança.

Desde terça-feira (9), o presidente Alessandro Barcellos tenta reconstruir a estrutura diretiva e definir o futuro técnico, enquanto se aproxima a coletiva marcada para sexta-feira (12).

A terça-feira foi marcada por uma sequência de saídas. O vice de futebol José Olavo Bisol pediu demissão; o diretor executivo André Mazzuco foi desligado, e o diretor esportivo Andrés D’Alessandro optou por não permanecer após a queda de Mazzuco. Em poucas horas, o clube perdeu toda a cúpula responsável pelo futebol profissional.

Abel Braga, que aceitou comandar o time apenas nos dois jogos finais do Brasileirão, havia deixado claro que não seguiria como técnico. O plano inicial era que ele assumisse um cargo diretivo, possivelmente como coordenador técnico. Porém, com a ruptura no departamento, sua permanência voltou a ser discutida.

Barcellos tenta reverter o cenário. Abel está no Rio de Janeiro desde terça-feira, e o presidente terá um dia intenso de conversas para tentar convencê-lo a assumir uma função estratégica, próxima ao vestiário. A resistência inicial do treinador se deve às mudanças repentinas: Mazzuco e D’Alessandro eram figuras de sua confiança, e sua decisão passa diretamente por quem ocupará esses postos.

Para atrair Abel, a direção estaria disposta a oferecer autonomia total na montagem do departamento, a chamada “chave do vestiário”. Entre os nomes cogitados para compor a nova estrutura está Fabinho Soldado, atualmente no Corinthians, mas o alto salário é um entrave. O mesmo vale para Deive Bandeira, hoje no Botafogo, que poderia retornar ao clube, mas enfrenta o mesmo obstáculo financeiro.

Sem definição da nova cúpula, a procura por um treinador segue nas mãos de Ricardo Caco Sobrinho, gerente de mercado, e Felipe Dallegrave, diretor de futebol, gestão e jurídico. A dupla analisa nomes, mapeia opções e tenta apresentar alternativas viáveis para que o Inter não prolongue ainda mais o período de indefinição.

O desafio de Barcellos é enorme: reconstruir o departamento, convencer Abel, definir um técnico e apresentar novidades em menos de 24 horas. Para o torcedor colorado, a sensação permanece a mesma, a paz ainda não voltou ao Beira-Rio.

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