Sexta-feira, 02 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 19 de setembro de 2023
Pelo menos 200 denunciados por incitar os atos já procuraram PGR.
Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilEnquanto o Supremo Tribunal Federal (STF) julga os primeiros réus acusados de depredar as sedes dos três Poderes em Brasília no 8 de janeiro, 200 denunciados por incitar os atos antidemocráticos, presos no acampamento em frente ao Exército na capital federal já procuraram a Procuradoria-Geral da República (PGR) para tentar fechar acordos que podem livrá-los do julgamento.
Segundo o pedido da PGR atendido em agosto pelo relator dos processos, o ministro Alexandre de Moraes, os Acordos de Não Persecução Penal (ANPPs) podem ser oferecidos a 1.125 pessoas que não se envolveram diretamente em atos de violência, invasão e depredação dos prédios públicos.
Anteriormente, 1.156 poderiam ser beneficiadas pela medida, mas a PGR pediu que 31 pessoas denunciadas por incitação aos crimes passassem a responder como executoras das depredações.
A solicitação da PGR se amparou em provas periciais produzidas pela Polícia Federal, que comparou perfis genéticos dos presos com vestígios encontrados dentro dos prédios invadidos, como bitucas de cigarro e manchas de sangue.
Os ANPPs com os que não praticaram violência precisam ser firmados individualmente. Cada réu deve assumir a culpa pelo crime e aceitar as sanções estabelecidas, como reparação do dano, pagamento de multa e prestação de serviços à comunidade ou a entidades públicas.
As ações penais desse grupo estão suspensas até a Procuradoria avaliar quem poderá assinar os acordos. Para membros do Ministério Público Federal, o efeito prático dos acordos, nesses casos, seria semelhante ao de uma condenação, uma vez que a pena máxima para os acusados de incitação é inferior a quatro anos e não os levaria à prisão.
Com as ações suspensas no Supremo neste momento, a PGR criou um grupo técnico para definir quais medidas serão impostas aos que assinarem os acordos e avaliar, em cada caso, se os requisitos legais estão presentes.
A situação dos executores das depredações é diferente. Os processos deles continuam a tramitar. Na semana passada, em duas sessões presenciais, o STF condenou os três primeiros réus pelos crimes de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, com uso de substância inflamável. As penas variaram de 14 anos a 17 anos, além de multa.
O Supremo decidiu que o julgamento do quarto réu será realizado pelo plenário virtual da Corte. A análise do caso foi incluída na pauta da sessão virtual que será realizada entre 26 de setembro e 2 de outubro.
Os ministros vão julgar Moacir José dos Santos, de Foz do Iguaçu (PR). No dia dos atos, ele foi preso pela Polícia Militar no Palácio do Planalto. Ele é acusado pela PGR de cinco crimes e responde ao processo em liberdade.
Pela modalidade virtual, os ministros inserem os votos no sistema eletrônico e não há deliberação presencial. O pedido para julgar o caso no plenário virtual foi feito pelo relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, e aceito pela presidente do Supremo, ministra Rosa Weber. O objetivo da mudança é acelerar os julgamentos dos réus.
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Não dependa mais de auxilio do governo para viver.
aqui no Brasil ou vc come ou paga as contas.
Vou deixar um link aqui ah baixo na esperança de ajudar,
assim como vem me ajudando tbm!
http://mon.net.br/1zecst
A marginalha bolso-terrorista-golpista usa de todos os artificios para se livrarem da justiça. Não conseguirão. Serão presos e vão clamar por DIREITOS HUMANOS, que sempre desprezaram. Vão chorar e ranger dentes. Vão pegar alguns aninhos na cadeia para aprenderem a não seguir o falso jair messias. Bandido bom é bandido o quê mesmo? Direitos humanos é para humanos direitos, não é isso? quaquaquaqua cortem bastante prego.
O engracado é que tinha infiltrado aos montes na baderna e até agora não vi nenhum respondendo por isto,será que se forem presos irão abrir o bico e deixarão gente grande em maus lençóis?