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Por Redação O Sul | 28 de abril de 2016
A CGU (Controladoria-Geral da União), em uma portaria publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (28), declarou a construtora Mendes Júnior como “inidônea”. Com isso, a empresa está proibida de fazer novos contratos com o Poder Público por pelo menos dois anos.
A Mendes Júnior, que se recusou a fazer acordo de leniência (quando a empresa presta informações para amenizar uma eventual pena), é a primeira empreiteira alvo da Lava-Jato a ser declarada inidônea. Executivos ligados à construtora foram denunciados após a sétima fase da operação, deflagrada em novembro de 2014, que investigou irregularidades em contratos da Petrobras com empreiteiras.
O processo teve por objeto contratos e aditivos da Mendes Júnior com a Petrobras na refinaria de Paulínia (Replan), na Refinaria Getúlio Vargas (Repar), no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), no Terminal Aquaviário Barra do Riacho, na Refinaria Gabriel Passos e nos Terminais Aquaviários de Ilha Comprida e Ilha Redonda.