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Mundo Israel atacará “pessoalmente” cada líder do Irã, diz Netanyahu

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"Vamos atrás da Guarda Revolucionária Islâmica, essa quadrilha de criminosos", disse o primeiro-ministro israelense

Foto: Reprodução
"Vamos atrás da Guarda Revolucionária Islâmica, essa quadrilha de criminosos", disse o primeiro-ministro israelense. (Foto: Reprodução)

Israel atacará “pessoalmente” todos os dirigentes do Irã, afirmou neste domingo (22) o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, durante visita a cidade de Arad, no sul, atingida por um míssil. Além de Arad, os mísseis iranianos atingiram no sábado (21) a cidade de Dimona, onde se acredita estar um arsenal nuclear não declarado de Israel. A cidade, no deserto do Negev, sofreu danos consideráveis devido ao impacto direto de um míssil.

“Vamos atrás do regime. Vamos atrás da Guarda Revolucionária Islâmica, essa quadrilha de criminosos”, disse na cidade de Arad, no sul de Israel, alvo na véspera de um ataque com mísseis iranianos. “Vamos atacá-los pessoalmente, seus dirigentes, suas instalações, seus ativos econômicos”, frisou.

Netanyahu visitou também esta localidade e orientou os moradores a seguir as instruções do Exército para buscar abrigo sempre que as sirenes alertarem para a chegada de mísseis.

“Toda a nação é uma linha da frente, toda a retaguarda é uma linha da frente. E quando estamos na linha da frente, cumprimos essas ordens”, afirmou.

Na madrugada deste domingo, pelo menos seis mísseis iranianos conseguiram furar também o sistema de defesa israelense e chegaram a explodir. A maioria dos incidentes deixo feridos leves, 175 deles tendo sido atendidos em hospitais. Um homem está em estado grave.

As Forças Armadas de Israel afirmaram que o Domo de Ferro, o sistema sofisticado que o país para interceptar mísseis que entrem em seu território, está funcionando com a taxa de eficácia esperada. Cerca de 92% dos disparos dos mais de 400 disparos oriundos do Irã foram interceptados, afirmou um porta-voz militar.

Estreito de Ormuz

O Exército iraniano advertiu neste domingo (noite de sábado em Brasília) que atacará a infraestrutura da região do Golfo Pérsico e ameaçou fechar completamente o Estreito de Ormuz caso o presidente americano, Donald Trump, ataque as centrais de energia elétrica do país. O comunicado foi emitido após Trump dar ao Irã um prazo de 48 horas para que o país reabrisse o estratégico estreito, que foi bloqueado no início da guerra no Oriente Médio.

“Se a infraestrutura iraniana de combustível e energia for violada pelo inimigo, toda a infraestrutura de energia, tecnologia da informação e dessalinização dos Estados Unidos e do regime na região será atacada”, declarou o porta-voz do comando operacional do Exército, Khatam Al Anbiya, em um comunicado divulgado pela agência Fars. “O Estreito de Ormuz será totalmente fechado e não voltará a ser reaberto até que as nossas usinas destruídas tenham sido reconstruídas”.

Na última semana, Trump criticou aliados europeus pela recusa em se unirem a uma ofensiva militar no estreito, e se vê sem opções efetivas para garantir a passagem dos navios. Na noite de sábado, deu um novo ultimato a Teerã:

“Se o Irã não ABRIR COMPLETAMENTE, SEM AMEAÇAS, o Estreito de Ormuz, dentro de 48 HORAS a partir deste exato momento, os Estados Unidos da América atacarão e destruirão suas diversas USINAS ELÉTRICAS, COMEÇANDO PELA MAIOR!”, escreveu Trump em sua rede social, o Truth Social.

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Vanderlei Stefani
23 de março de 2026 10:29

As cadelas do laranjão não aceitam a verdade verdadeira

Fernando Krause
22 de março de 2026 21:14

O único país democrático do Oriente Médio é cercado de inimigos mortais por todos os lados, a maioria berçários de terroristas…

Vanderlei Ochoa
23 de março de 2026 06:13
Responder para  Fernando Krause

Por quê será? Porque os judeus são bonzinhos e amistosos? O mesmo se afirma sobre o tio sam. São muito bonzinhos com o resto do mundo, inclusive com o Brasil, né? Vai prá Israel ou EUA.

box1
23 de março de 2026 07:17
Responder para  Vanderlei Ochoa

Essa tua visão seletiva das coisas chega a dar náuseas, não sei se é burrice pura o má índole mesmo! Caí na real Zé ruela, nenhum país e bonzinho só tem interesses próprios

Fernando Krause
23 de março de 2026 07:27
Responder para  box1

Acaso perguntei tua resposta burra ou de má índole, Zé ruela ???

Fernando Krause
23 de março de 2026 07:26
Responder para  Vanderlei Ochoa

Tu ainda não foi morar em Cuba, Vandeca?

Vanderlei Stefani
22 de março de 2026 19:41

O único país que já fez uso das armas de destruição em massa não foi Rússia, Coréia do Norte, Irã, e tão pouco qualquer outro país cujo líderes sejam mulçumanos… mas sim os ESTADOS UNIDOS! E vale ressaltar que foi contra um Japão já derrotado.

“Em agosto de 1945, os EUA lançaram bombas atômicas em Hiroshima (6/8) e Nagasaki (9/8), devastando o Japão, causando mais de 140.000 mortes imediatas e por radiação até o final daquele ano.

box1
23 de março de 2026 06:00
Responder para  Vanderlei Stefani

E aí sabichão, conta pra nós porque até hoje a china tem rusgas com o Japão, os chineses chegavam a ter pesadelos com as atrocidades que os japoneses cometiam ! História é uma coisa complicada, a maioria conta mas sempre acaba contaminando com seu viés ideológico

Vanderlei Ochôa
23 de março de 2026 06:19
Responder para  Vanderlei Stefani

Maior crime de todos os tempos. Volatilizaram ( do estado sólido para o gasoso) centenas de milhares de seres humanos civis, em segundos. Até hoje as gerações sofrem. Foi sem dúvida o ato mais cruel que esses assassinos cometeram em toda a história da humanidade. Foram tudo, menos humanos.

Vitor
23 de março de 2026 07:56
Responder para  Vanderlei Ochôa

E os japoneses foram humanos em, por exemplo, o Massacre de Nanquim? E os alemães foram humanos quando mataram MILHÕES nos campos de extermínio e com suas tropas nas guerras? E os soviéticos foram humanos quando mataram MILHÕES de fome no Holomodor? Cai na real! Não existem bonzinhos no mundo!

Vanderlei Stefani
22 de março de 2026 19:35

Carniceiro, assassino de mulheres e crianças

box1
23 de março de 2026 06:03
Responder para  Vanderlei Stefani

Vai lá é manda parar a guerra, senhor prêmio nobel da paz !

Jorge
22 de março de 2026 19:29

ASSASSINO. Matou milhares em gaza, mulheres e crianças inocentes, vitimas também dos terroristas. Reverteu o holocausto. Cretino.

Vanderlei Ochoa
22 de março de 2026 19:07

A raposa tanto vai ao ninho que um dia deixa o focinho.

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