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Brasil Itaipu deve fechar o ano com a quarta melhor produção da história

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Em 2016, Itaipu atendeu 76% do mercado paraguaio e 17% do mercado brasileiro de energia. (Foto: Divulgação/Itaipu Binacional)

A Usina Hidrelétrica de Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR), deve fechar o ano com uma produção de 96 milhões de MWh (megawatts-hora), um milhão de MWh a mais do que a projeção inicial para 2017. Hoje (26), a usina ultrapassou a geração de 94,7 milhões de megawatts-hora obtida em 2008.

A geração de 2017 ficará atrás apenas dos três melhores anos da história da operação: em 2012, a usina gerou 98,3 milhões de MWh; em 2013, foram 98,6 milhões de MWh e, em 2016, bateu o recorde mundial, com 103,1 milhões de MWh.

A direção da usina considera que o resultado deste ano ficou acima das expectativas, apesar de ter sido um ano com poucas chuvas. Segundo o diretor-geral brasileiro de Itaipu, Luiz Fernando Leone Vianna, o bom resultado de 2017 é uma combinação de vários fatores, como o trabalho de operação e manutenção dos equipamentos da usina, a boa disponibilidade dos sistemas de transmissão brasileiro e paraguaio e a elevação do consumo do Brasil e do Paraguai.

Em 2016, Itaipu atendeu 76% do mercado paraguaio e 17% do mercado brasileiro de energia elétrica.

Eletronuclear

O governo descarta incluir a Eletronuclear e a Usina Hidrelétrica de Itaipu no processo de desestatização da Eletrobras. No caso da empresa responsável pelas usinas nucleares brasileiras, o motivo é uma questão constitucional e, no caso de Itaipu, por se tratar de usina binacional dependendo de acertos com o Paraguai.

“Está escrito na Constituição que quem tem de ser o controlador [das usinas nucleares] é a União. A ideia não é ferir a Constituição. Já Itaipu será analisada em função dos acordos bilaterais com o Paraguai”, explicou o ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Coelho Filho.

Tarifa de energia mais barata

A expectativa é de que, controlada pela iniciativa privada, a Eletrobras favoreça, a médio prazo, uma tarifa de energia mais barata. “Com a eficiência e redução do custo, nossa estimativa é de que no médio prazo tenhamos uma conta de energia mais barata”, afirmou. A União tem 51% das ações ordinárias, que são aquelas com direito a voto.

O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Eduardo Guardia, disse que ainda não foi definido o percentual de ações que será repassado à iniciativa privada. “Isso não será definido, por enquanto, porque temos de seguir os ritos de desestatização previsto na lei”, disse Guardia. “E não há previsão de valores, porque a modelagem desse processo ainda não foi definida. Isso será feito posteriormente”, acrescentou, ao enfatizar que o impacto dessa desestatização não gerará receita primária, não tendo portanto relação com a questão do cumprimento da meta fiscal.

Segundo o secretário, há duas possibilidades em estudo. “A desestatização pode ser feita a partir da venda do controle ou por meio do aporte de capital acompanhado de diluição.” Caso seja adotada a segunda alternativa, o processo seria feito a partir da emissão de novas ações no mercado.

 

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