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Colunistas Jair Bolsonaro vê “Brasil no limite, um barril de pólvora” e aguarda “povo dar uma sinalização”

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Presidente vai reforçar sua tese de que o Brasil estaria cumprindo com sua parte na defesa ambiental e na redução das emissões de gases, mas que precisa de financiamento direto para ampliar medidas. (Foto: Reprodução)

O presidente Jair Bolsonaro, falando ontem a apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, fez uma análise crua da atual situação do País, deixando de lado as firulas dos discursos que se ouvem no STF ou nas tribunas da Câmara e do Senado:

“O Brasil está no limite. O pessoal fala que eu devo aguardar uma providência. Eu estou aguardando o povo dar uma sinalização, porque a fome, a miséria e o desemprego está aí. Só não vê quem não quer ou quem não está na rua. Eu sempre estive na rua. Aos poucos a verdade vai aparecendo. Brasil tem 125 milhões de pessoas que não sabem se vão se alimentar bem. Famílias com renda mais baixa sofrem com alta dos alimentos. O que eu falei em março do ano passado? Diziam: “Fique em casa que a economia vem depois. Agora, estão vendo.”

Quem é genocida?

Jair Bolsonaro não está preocupado com o mantra “genocida” que a oposição repete, respaldada por setores da imprensa, tentando culpá-lo pelo fracasso da gestão da pandemia por governadores e prefeitos e por todo o problema que o País agora passa a enfrentar na saúde e na economia:

“Eu vi que um ministro baixou um processo para me julgar por genocídio. Ora, quem fechou tudo, quem está com a política na mão não sou eu. O que vai nascer disso tudo, onde vamos chegar? Parece que é um barril de pólvora que está aí e tem gente de paletó e gravata que não quer enxergar isso aí. Acha que a vida é o trabalho dele em home office e o dinheiro no final do mês, sem problema nenhum, e o povo que se exploda. Não estou ameaçando ninguém, mas estou achando que brevemente teremos um problema sério no Brasil. Dá tempo de mudar ainda.”

Vacinação recolheu 20 toneladas de alimentos

O prefeito de Porto Alegre Sebastião Melo comemorou ontem 20 toneladas de alimentos arrecadados nos postos de vacinação em 15 dias de mobilização.
A campanha, coordenada pelo Gabinete da primeira-dama, Valéria Leopoldino, e que teve início em 30 de março nos drives e locais de vacinação, também tem ponto de coleta no Mercado Público. Além de alimentos não-perecíveis, podem ser doados produtos de higiene pessoal.

Bibo Nunes e os urubus de plantão

O deputado federal gaúcho Bibo Nunes, um dos mais ferrenhos defensores do presidente Jair Bolsonaro, comentou o novo formato da CPI da Covid no Senado definido pelo presidente, senador Rodrigo Pacheco:

“Menos mal que a CPI da Covid vai investigar municípios e Estados. Os urubus de plantão fizeram buraco na água…”

Placar da vacina

O vacinômetro do Ministério da Saúde apresentava, ontem à noite (13), estes números: no País, 47,862 milhões distribuídas e 31,426 milhões aplicadas por governadores e prefeitos.

No Rio Grande do Sul, das 3,147 milhões de vacinas recebidas, 2,351 milhões foram aplicadas. O equivalente a 74,7 %.

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