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Mundo Jornalista desvenda rede de subornos, encontros sexuais e mentiras dos Kennedy

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Livro afirma que Jacqueline Kennedy conhecia a fama de John Kennedy. Crédito: Reprodução

Repórter especial do The New York Times, Peter Evans começou a se envolver com a história de Aristóteles Onassis na década de 1960, quando foi convidado pelo próprio magnata grego para escrever sua biografia.
A partir daí, os dois tiveram vários encontros ao longo dos anos, que se transformaram no livro “Ari”. Porém, logo após a morte de Onassis, em 1975, o repórter descobriu que muitos fatos haviam ficado de fora da biografia.
Entre os furos “esquecidos” estavam os segredos do casamento de Jacqueline Kennedy (ex-primeira dama dos Estados Unidos), que carregavam implicações políticas inimagináveis.

Instigado pela história, Evans decidiu investigar ainda mais, mergulhando em uma série de entrevistas com espiões, terroristas, parentes, amigos e amantes. O resultado é o livro “Nêmesis” (Editora Intrínseca, 368 páginas, preço sugerido: 49,90 reais), que mostra como subornos, encontros sexuais, mentiras e traições faziam parte do cotidiano de Jackie O, Aristóteles Onassis e Bobby Kennedy (irmão de John F. Kennedy, ex-presidente dos EUA).

Onassis, por exemplo, revelava um lado extremamente charmoso quando participava de cruzeiros com celebridades. Os convidados eram enfeitiçados por suas histórias, piadas indecentes e demonstrações de sabedoria. Certa vez, ele discursou: “Eu trato toda mulher como uma amante em potencial […] Mulheres bonitas não suportam moderação: precisam de um estoque inesgotável de excessos”.

Já Jacqueline Kennedy conhecia a fama de Jack Kennedy (apelido de John F. Kennedy) nos mínimos detalhes e sempre soubera o que esperar de um homem que não tivera interesse algum em se casar até o estado civil começar a atrapalhar suas ambições políticas. Na véspera de seu casamento, ela observou: “Não acho que haja muitos homens fiéis às esposas. Os homens são uma combinação de bem e mal”.

A aceitação da vida de casada foi motivada por uma única razão: seguindo o conselho de sua mãe, ela estava se casando por dinheiro. “Isso não queria dizer que não amasse o marido, porque amava, ou que não tivesse uma noção da própria identidade, porque tinha também. Porém, determinada a ter uma vida plena e glamourosa, Jackie encontrara um homem que seu pai poderia ter escolhido para ela”, opina o autor.

Marilyn Monroe.

Figura emblemática na vida dos Kennedy, a atriz Marilyn Monroe também protagoniza algumas das histórias mais marcantes do livro. Uma delas é a sugestão de Onassis de organizar um casamento da atriz com o príncipe Rainier III – que eventualmente se casou com Grace Kelly.

Evans explica que Onassis telefonou para Spyros Slouras, que comandava o estúdio da atriz, a 20th Century Fox, para debater a questão. Mas Slouras aconselhou Onassis a abandonar a ideia. “Monroe era uma roubada, advertiu. Ela estava morando com o dramaturgo Arthur Miller e tendo um caso com um senador rico e jovem chamado Jack Kennedy, que pulava de cama em cama entre aspirantes de Hollywood.”

Marilyn discordou. A ideia de se tornar princesa a agradou e, ao ser questionada se conseguiria fazer o príncipe se casar com ela, respondeu: “Dê-me dois dias a sós com ele e é claro que ele vai querer se casar comigo”.

Outros trechos de destaque sobre a atriz abordam o suposto caso que ela teria com os irmãos Kennedy e a teoria de que Marilyn não teria cometido suicídio, mas  sido assassinada a mando dos Kennedy por questões políticas.

Evans atuou como jornalista e correspondente estrangeiro para veículos renomados como Los Angeles Times, Vogue, The Times, The Sunday Times e Daily Mail e foi indicado ao British Press Awards. (Folhapress)

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