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Futebol Justiça Desportiva concede efeito suspensivo e Gabigol está liberado para reforçar o Flamengo contra o Grêmio

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O jogador havia sido suspenso em duas partidas pela Quinta Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol. (Foto: Divulgação)

Horas depois de suspender Gabigol por conduta desrespeitosa na partida do Campeonato Brasileiro contra o Inter, o STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) concedeu um efeito suspensivo que libera o atacante para participar da partida contra o Grêmio no final de semana. O jogador havia sido suspenso em duas partidas pela Quinta Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol.

Baseando-se no artigo 147-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), Maurício Neves Fonseca, relator e auditor do Pleno do STJD, admitiu que a suspensão poderia causar “prejuízo irreparável ou de difícil reparação” ao Flamengo, que entrou com recurso pouco após a decisão da Quinta Comissão Disciplinar.

Enquanto o recurso dos cariocas não for julgado, Gabigol poderá entrar em campo no domingo, na partida contra o Grêmio, no Maracanã, válida pela 21ª rodada do Brasileirão.

No segundo tempo da partida contra o Inter, em 8 de agosto, Gabigol recebeu o segundo cartão amarelo por bater palmas, diversas vezes, em direção ao árbitro. Enquanto deixava o campo de jogo, o atacante rubro-negro ainda disse: “isso é uma piada! Por isso que o futebol brasileiro é essa várzea!”, palavras que foram ouvidas pelo árbitro assistente. Nas redes sociais, torcedores do Flamengo expressaram sua revolta com a suspensão de Gabigol e lembraram da falta de punição a Diego Souza e Hernanes.

A Procuradoria havia enquadrado Gabriel duas vezes no artigo 258, §2º,II do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que fala em “assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva; §2º,inciso II, desrespeitar os membros da equipe de arbitragem, ou reclamar desrespeitosamente contra suas decisões.

O advogado Michel Assef juntou prova de vídeo com o depoimento do atleta, refutou qualquer desrespeito com a arbitragem e pediu a absolvição de Gabriel Barbosa.

“É o Gabigol, aí fica tudo maior. A denúncia diz que foi direcionada a ele (árbitro), mas a súmula fala que quem ouviu foi o quarto árbitro. Se eles forem julgados por resmungar, a gente não vai ter jogador para entrar em campo. Muitas pessoas vão dizer que palmas são deboches e eu digo o contrário, acho muito melhor que reclamar com palavras. Ele bateu palmas com o corpo direcionado ao fundo do campo, quem viu foi o quarto árbitro. O árbitro nem viu as palmas, ele estava de costas. Quem disse que aquelas palmas eram para os árbitros? Não há provas, apenas uma alegação. A defesa não tem como pedir qualquer outra coisa a não ser a absolvição. O artigo do CBJD fala em desrespeitar os membros da arbitragem e que desrespeito é esse? O Gabigol tem um jeito mais debochado, mas se ele deixar de ser assim o futebol vai ficar chato. Não há nenhum desrespeito em bater palmas. Não há prova de que foi direcionado à arbitragem e se fosse, as palmas não são desrespeitosas”, sustentou Assef.

Veja a decisão do STJD na íntegra:

“O artigo 147-A do CBJD preceitua que: Poderá o relator conceder efeito suspensivo ao recurso voluntário, em decisão fundamentada, desde que se convença da verossimilhança das alegações do recorrente, quando a simples devolução da matéria puder causar prejuízo irreparável ou de difícil reparação.

“Desta forma, da análise superficial do caso concreto, a luz do artigo 147-A, do CBJD, presentes os requisitos a demonstrar verossimilhança nas alegações expostas pela equipe recorrente em relação ao seu atleta GABRIEL BARBOSA ALMEIDA.

“Ante o exposto, com fulcro no dispositivo supra, em análise perfunctória, convenço-me a priori da verossimilhança das alegações, razão pela qual CONCEDO o efeito suspensivo até o julgamento do presente recurso voluntário.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo e do STJD.

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