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Brasil Justiça mantém prisão preventiva de acusados de hackear autoridades 



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Grupo criado na Câmara para analisar as medidas impôs uma série de derrotas ao ministro; para ele, é possível avançar no tema por meio de ações do Poder Executivo. (Foto: Marcos Corrêa/PR)

A justiça decidiu manter a prisão preventiva dos acusados de hackear autoridades. Em decisão proferida nesta segunda-feira (30), o juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília, condicionou Luiz Molição e Tiago Eliezer Martins a seguirem presos em decorrência da Operação Spoofing. A operação investiga a invasão de dispositivos eletrônicos de autoridades, incluindo o ministro da Justiça, Sérgio Moro, e o procurador da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, e também a prática de crimes cibernéticos.

Luiz e Tiago haviam sido presos na segunda fase da operação, que ocorreu no último dia 19. Ricardo Leite afirmou que a decisão é para assegurar as investigações. Durante uma audiência, um dos presos reclamou das condições insalubres da prisão, e disse que seus remédios não foram entregues no horário pelos agentes da PF, que também não estariam repondo água aos presos. Ao analisar os argumentos, o juiz Leite realizou uma audiência de custódia para verificar as condições da prisão. A operação foi deflagrada no dia 23 de julho, quando foi decretada a prisão de quatro suspeitos.

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