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Política Lula decide retornar à COP30 nesta quarta-feira na reta final das negociações sobre o clima

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Conferência em Belém (PA) termina nesta sexta-feira (21)

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil
O desgaste na relação se agravou depois que Lula condenou a ofensiva militar de Israel em Gaza. (Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu voltar a Belém (PA) nesta quarta-feira (19) para participar da COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025), na reta final das negociações da conferência do clima.

Em uma carta lida pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, neste domingo (16), Lula afirma que vai se encontrar com o secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), António Guterres.

“Voltarei a Belém no dia 19 de novembro para encontrar o Secretário Geral da ONU em um esforço conjunto para fortalecer a governança do clima e do multilateralismo”, disse o presidente no documento.

“Também vou participar de reuniões com vários países, representantes da sociedade civil, povos indígenas e populações tradicionais, e governadores e prefeitos”, prosseguiu.

A mensagem foi lida pela ministra durante o encerramento da Cúpula dos Povos, que ocorre em meio à COP30. No texto, Lula também disse ser necessário um mapa do caminho para a transição energética e o fim do desmatamento ilegal.

“Precisamos de mapas do caminho para que a humanidade, de forma justa e planejada, supere a dependência dos combustíveis fósseis, pare e reverta o desmatamento e mobilize recursos para esses fins. Não podemos sair de Belém sem decisões sobre estes temas”.

A conferência termina nesta sexta-feira (21). Segundo auxiliares do Planalto que estão atuando diretamente no evento, o retorno de Lula à COP não é visto como uma “bala de prata” para fechar negociações pendentes, mas pode ter um peso simbólico no encerramento dos acordos.

O mapa do caminho também foi defendido pelo vice-presidente, Geraldo Alckmin, nesta segunda. Alckmin discursou na abertura de uma sessão ministerial do evento climático.

O mapa do caminho, além do fim da dependência de combustíveis fósseis e do desmatamento ilegal, deve prever, de forma integrada: a valorização das florestas, especialmente com foco na sócio-bioeconomia, e na a recuperação de áreas degradadas; a promoção da cooperação entre governos, empresas e comunidades locais. “Somente em um ‘mutirão’ lograremos mudar mentes e realidades”, afirmou Alckmin.

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Jorge Ferreira
17 de novembro de 2025 19:55

vai levar a 51 ?

Apolônio Chuwats
17 de novembro de 2025 21:47

Esse filho de calango quer mesmo é a grana dos países para enfiar no rabo do PT alguém acredita que esse analfabeto ladrão com essa idade está preocupado com o clima?

Jorge Bressan
18 de novembro de 2025 00:29

Putz foi um fiasco ,o chanceler saiu falando mal de todo mundo.

Glaucio Dos Santos Brum
18 de novembro de 2025 11:14

Pergunto: como o Pará, como um estado que um dos maiores recebedores de recursos da união, pode ter 80% da população sem saneamento básico? Alguém já parou para pensar nisso?

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