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Notícias Lula desmente manchete que afirmava que ele quer mudar política econômica

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Ex-presidente seria contrário as medidas do ministro Levy. (Foto: Celso Júnior/AE)

O Instituto Lula desmente a manchete de quinta-feira  do Jornal Valor Econômico intitulada “Lula pressiona Dilma a mudar política econômica”. Segundo a nota, a reportagem é baseada em especulações infundadas, o que deixa consequências negativas para o debate público. “O texto publicado na edição de hoje [quinta-feira] do jornal Valor Econômico, intitulado ‘Lula pressiona Dilma a mudar política econômica’, não corresponde de forma alguma à verdade. Estranhamente, não houve contato da reportagem com o ex-presidente para checar as informações que foram publicadas, resultando em veiculação de supostas informações atribuídas a Luiz Inácio Lula da Silva, de forma irresponsável. A veiculação de especulações infundadas não contribui para o debate público e tem consequências negativas para o País. É desejável que o mais importante jornal de economia do Brasil não abra espaço para futricas”, disse o Instituto Lula, em nota.
Segundo a matéria, o Instituto Lula e o PT estão formulando uma política econômica para flexibilizar as políticas fiscal e monetária e estimular o crescimento da economia nos próximos dois a três anos. A ideia, segundo a publicação,  é abandonar o ajuste fiscal em curso e reduzir a taxa de juros “na marra” para, supostamente, criar condições para a retomada da atividade econômica.
Conforme a publicação, o objetivo é fazer com que a economia cresça pelo menos até a sucessão presidencial, em 2018. Para viabilizar a nova política, a presidenta Dilma Rousseff terá que substituir o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, contrários às mudanças. Surgiram rumores sobre a iminente saída de Levy e Tombini. O ministro disse a interlocutores que “está cansado de não ser ouvido pelo governo”. Isso não significa que ele está de malas prontas, mas há uma evidente mudança de disposição. Levy defendeu medidas que não foram acatadas como mudanças  na concessão de auxílio-doença, além da revisão de regras do seguro defeso.

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