Sexta-feira, 24 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 4 de setembro de 2024
O desempenho do PIB brasileiro variou bastante ao longo dos mandatos, com períodos de forte crescimento e outros de crises profundas.
Foto: ReproduçãoO Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos pelo país) cresceu 1,4% no segundo trimestre, na comparação com os três primeiros meses do ano, já com ajuste sazonal, informou nesta terça-feira o IBGE.
Foi o melhor desempenho trimestral do PIB desde o último trimestre de 2020, quando a economia brasileira saltou 3,7%, mas ainda sob os efeitos de uma recuperação forte após o tombo gigantesco registrado no início da pandemia de Covid-19, quando o Brasil e vários países do mundo inteiro adotaram o lockdown para evitar uma disseminação ainda maior do coronavírus.
Lula (2003-2006)
O PIB cresceu de forma consistente ao longo do primeiro mandato de Lula. Em 2003, o crescimento foi de 1,1%, seguido por um forte crescimento nos anos seguintes: 5,7% em 2004, 3,2% em 2005 e 4,0% em 2006.
Lula (2007-2010)
O crescimento econômico continuou, com uma média elevada. Em 2007, o PIB cresceu 6,1%, em 2008 cresceu 5,2%, mas em 2009 houve uma retração de -0,1% devido à crise financeira global. Em 2010, o crescimento foi de 7,5%.
Dilma (2011-2014)
O primeiro mandato de Dilma teve um desempenho mais modesto. Em 2011, o crescimento foi de 4%, seguido por 1,9% em 2012, 3,0% em 2013 e apenas 0,5% em 2014.
Dilma (2015-2016)
O segundo mandato foi marcado por uma profunda recessão. Em 2015, o PIB caiu -3,5% e, em 2016, a queda foi de -3,3%.
Temer (2016-2018)
Após o impeachment de Dilma, o governo Temer implementou medidas de austeridade. Em 2017, o PIB cresceu 1,3%, e em 2018, o crescimento foi de 1,8%.
Bolsonaro (2019-2022)
O mandato de Bolsonaro começou com um crescimento modesto de 1,2% em 2019. Em 2020, o PIB caiu -3,9% devido à pandemia de Covid-19. Em 2021, houve uma recuperação com um crescimento de 4,6%, mas em 2022 o crescimento desacelerou para 2,9%.
Em resumo, o desempenho do PIB brasileiro variou bastante ao longo dos mandatos, com períodos de forte crescimento, especialmente nos primeiros anos de Lula, e crises profundas, como no segundo mandato de Dilma e durante a pandemia no governo Bolsonaro.
Ranking
O crescimento da economia brasileira no segundo trimestre fez o país ficar na vice-liderança em ranking de PIBs com 53 países que já divulgaram o crescimento de suas economias no período. O levantamento foi elaborado pela empresa de classificação de risco Austin Rating.
No topo do ranking aparece o Peru, com alta do PIB de 2,4% no segundo trimestre, seguido de Brasil, Arábia Saudita e Noruega, países que também cresceram 1,4% entre abril e junho.
Os Estados Unidos, maior economia do mundo, tiveram expansão de 0,7%, mesmo percentual de crescimento da China. Entre os latino-americanos, depois de Peru e Brasil, o México aparece na 12ª colocação, com expansão de 0,2% no período.
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ESTADISTA LULA.
E o endividamento, como ficou no período?
Bom texto
Lula teve crescimento fantasiado. Explodiu na mão da Dilmanta.
E lógico que a economia vai crescer vendendo carro a 84 meses, geladeira 36x e vestuário em 12x.
Crédito fácil apenas maquia uma economia, mas falta lastro para investimentos estruturais.
O que ocorre? Inflação.
Este FDP de 9 dedos quer tirar o presidente do BC a qualquer custo para voltar o crédito fácil, sem mensurar as consequências futuras.
Têm que ver os 2 lados.
entra dinheiro X o que gastam.
Pt, 40 ministérios, financiava clubes de futebol, financiava uma equipe de F1, mais médicos, leis de artistas, obras em ditaduras…
Bolsonaro, CORTOU TUDO.
Enquanto isso, com a gastança desenfreada a dívida pública simplesmente EXPLODIU no atual desgoverno, chegando a quase R$ 8,8 TRILHÕES e próximo de 80% do PIB, com um DÉFICIT de R$ 1,2 TRILHÃO.
E os adoradores do encantador vigarista ainda batem os cascos e relincham de alegria com uma desgraça destas.