Sábado, 14 de fevereiro de 2026
Por Redação O Sul | 12 de fevereiro de 2026
Suspeição é um instrumento jurídico que questiona a imparcialidade de um magistrado.
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência BrasilO ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), deixou nessa quinta-feira (12) a relatoria de investigações relativas ao Banco Master. A decisão, após reunião dos ministros da Corte, ocorreu na esteira dos avanços da apuração da Polícia Federal (PF) sobre o caso.
Em nota, o STF informou que o ministro – “considerados os altos interesses institucionais” – pediu que o tema fosse redistribuído para outro ministro relatar o caso.
No texto, os ministros do tribunal afirmaram “não ser caso de cabimento para a arguição de suspeição”, que reconhecem “a plena validade dos atos praticados pelo Ministro Dias Toffoli” e que expressam “apoio pessoal ao Exmo. Min. Dias Toffoli, respeitando a dignidade de Sua Excelência, bem como a inexistência de suspeição ou de impedimento”.
Suspeição é um instrumento jurídico que questiona a imparcialidade de um magistrado. Esse conceito pode ser aplicado quando há indícios de vínculo ou interesse que possam comprometer a isenção do juiz em um determinado processo.
Relatório dos investigadores enviado ao Supremo na última segunda-feira (9) trouxe menções sobre o magistrado, a partir de dados do celular do banqueiro Daniel Vorcaro. O presidente do STF, ministro Edson Fachin, informou aos colegas sobre os achados da PF na reunião.
O magistrado também enviou o documento à Procuradoria-Geral da República (PGR).
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sorteado nessa quinta-feira (12) como novo relator do caso do Banco Master na corte após Dias Toffoli decidir deixar o posto. Como é de praxe, o novo nome à frente do processo foi escolhido por sorteio.
O que disse Toffoli
Em nota divulgada nessa quinta-feira, Toffoli esclareceu sua participação societária na empresa Maridt. Também negou relação pessoal ou financeira com o banqueiro Daniel Vorcaro.
O ministro admitiu que integra o quadro societário da empresa, mas que a administração é feita por parentes. A nota afirmava ainda que essa condição é permitida pela Lei Orgânica da Magistratura (Loman), que veda apenas que magistrados exerçam atos de gestão.
Investigações
As apurações sobre irregularidades na gestão do Banco Master chegaram em dezembro do ano passado ao Supremo Tribunal Federal. Na ocasião, Toffoli decidiu que o caso tramitaria na Suprema Corte.
A apuração inicial tramitava na Justiça Federal em Brasília e envolvia a operação de compra do banco pelo BRB. No âmbito deste caso, Toffoli determinou depoimentos e acareação no penúltimo dia do ano. Em janeiro, autorizou a prorrogação das investigações.
Também em janeiro, o ministro autorizou uma operação da Polícia Federal que em outra frente de investigações – desta vez, sobre um suposto esquema de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master e incluiu buscas em endereços ligados ao controlador da instituição, Daniel Vorcaro, e a familiares, como o pai, a irmã e o cunhado.
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Isso deve ser mais um acodão para se protegerem, não estamos livres da desgraça ainda, entende-se agora o caso do cep para soltar o ladrão.
A corrupção nasce e toma forma na Praça dos Três Poderes, onde a impunidade é acionada quando a investigação chega nas “excelências” do “andar de cima”, uma blindagem do Sistema para proteger quem lhe dá proteção…
Não é a toa que a Transparência Internacional considera o Brasil um país altamente corrupto…
Vamos ver até onde vai esse descalabro judicial.
Ainda é só a ponta do iceberg, pois, certamente, há muito mais gente importante envolvida a se esconder. Infelizmente, não podemos confiar na justiça brasileira, visto que, mesmo que alguns afirmem tendenciosamente que ninguém escapa dela, eles não lembraram dos condenados que foram libertados sem nenhuma prova de inocência pelo STF, mesmo os confessos e com acordo de devolução do dinheiro “roubado”. Enquanto isso, pessoas condenadas indevidamente, apenas por conveniência política, amargam a injustiça cometida inescrupulosamente pelos ídolos dos esquerdistas fanáticos.
André Mendonça foi assessor e escreveu um livro para Toffoli, vai blindar o Ministro contraventor, o STF se blindou a nota do Fachin é imoral e ridícula, o Master deve ir para a primeira instância, Mendonça comemorado pela Direita esquece que o Ministro extremamente Evangélico foi colaborador do TOFFOLI E ESCREVEU UM LIVRO HOMENAGEANDO O CORRUPTO.
Excelentíssimo ministro André Mendonça mostre para que veio.. vossa excelência é um homem de Deus!…Não esqueça Bolsonaro está lá…..
Tinha que ser anuladas todas as decisões desse indivíduo inapto pelego do PT um cara que foi reprovado duas vezes para juiz ,um semi analfabeto jurídico que deveria ser preso e afastado do seu cargo.
A cara do cachorro que comeu a linguiça. Onde estava Toffoli qd os Irmãos Batista, os maiores produtores de proteína do mundo levaram seu Iate para Flórida? Toffoli não pode ir a Disney. A família Toffoli não tem jatinho, a Venezuela não quer o PT nem tachado de verde-amarelo. Fuga para o Peru com a Empresa N.S.daPenha, linha Riiio-Caracas. Suspeição do STF. Manda p Trump. Ab.
Brasil finalmente sendo debassado. Parabéns à PF. Brasil acima de tudo e leis acima de todos. Ninguém que cometer crimes ficará impune.
Enquanto a mídia foca só em Toffoli, um esquema BILIONÁRIO envolvendo governadores do PL e do MDB corre nas sombras. ? Quem quer esconder os R$ 12 BILHÕES de Ibaneis Rocha?
Escândalo do Banco Master: Vazamento SELETIVO poupa Ibaneis e Cláudio Castro
Vergonha desse tribunal! Acorda Brasil !!