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Rio Grande do Sul Lula diz que o governo federal vai recuperar as estradas estaduais e que não haverá burocracia

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Presidente afirmou que 'não haverá impedimento da burocracia' para recuperar o estado. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesse domingo (5) que “não haverá impedimento da burocracia” para a recuperação do Rio Grande do Sul, atingido nos últimos dias por fortes chuvas. Lula também disse ao governador Eduardo Leite (PSDB) que o governo federal irá recuperar as estradas estaduais que foram destruídas.

“Eu sei que o estado do Rio Grande do Sul tem uma situação financeira difícil. E eu sei que têm muitas estradas estaduais que estão com problema. Não fiquei preocupado, porque o governo federal, através do Ministério dos Transportes, vai ajudar você a recuperar as estradas estaduais”, afirma o presidente, em pronunciamento em Porto Alegre.

Lula também comemorou as falas dos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL); do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG); e do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas, e do vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que o acompanharam no local.

“Estou muito satisfeito com a presença do Lira, do Pacheco, do Fachin, do Bruno Dantas. Eu queria ouvir deles o que eles falaram. Ou seja, (que) não haverá impedimento da burocracia para a que a gente recupere a grandiosidade desse estado.”

O presidente também cobrou que a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, apresente um plano de prevenção para que o governo “pare de correr atrás da desgraça”.

“É impossível discutir a questão do clima sem trazer a Marina, que está compromissada a me apresentar um plano de prevenção de acidentes climáticos. É preciso que a gente pare de correr atrás da desgraça. É preciso que a gente veja com antecedência o que pode acontecer de desgraça.”

Em sua fala no evento, Pacheco afirmou que a situação é de “guerra” e que são necessárias “soluções excepcionais”.

“Soluções que se apresentam diante de uma situação excepcional e atípica também são soluções excepcionais e atípicas. Nós estamos em uma guerra, e em uma guerra não há limitações, não há restrições legais de tempos comuns. Há necessidade de retirar da prateleira e da mesa a burocracia, as travas, as limitações para que nada falte ao Rio Grande do Sul.”

Na mesma linha, Fachin defendeu um “regime jurídico especial e emergencial” para responder à catástrofe. O ministro representou o STF porque o presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, está em viagem ao exterior.

“Nos unimos à compreensão de que é preciso agir cedo e agir rápido. Do ponto de vista jurídico, a adoção de um regime jurídico especial e emergencial, transitório, para essa catástrofe climática poderá propiciar as devidas autorizações, especialmente legislativas, para que juízes e juízas, quando chamados, ou quando tomarem iniciativas, interpretem a Constituição e as leis excepcionalizando determinados limites que não são compatíveis com essa emergência climática no Rio Grande do Sul.”

Lira prometeu uma resposta “dura, firme e efetiva” do Congresso: “Essa semana será de muita negociação, de muito trabalho no Congresso Nacional, e a resposta será dura, firme e efetiva, como foi na pandemia. As Casas (legislativas) nunca se fecham, não fecham os olhos para esse momento.”

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Nilton G Veiga
6 de maio de 2024 15:03

Mentira deste ladrão. O RIO GRANDE DO SUL, não rende votos para a quadrilha. Está na hora de mandar Brasília para o inferno.

Vanderlei Ochoa
6 de maio de 2024 15:43

Por quê chamamos de ESTADITA o ESTADISTA LULA??? Morô Morais? Se não Morô não mora mais.

Fernando Krause
6 de maio de 2024 16:21

Mitômano contumaz tem de ser confrontado e cobrado diariamente… Tem histórico de mentir e não cumprir as promessas que faz com o dinheiro público…

Glaucio Dos Santos Brum
6 de maio de 2024 21:31

O estadista sabe, assim como todos deveriam saber, que o RS é o 5° estado que mais gera arrecadação para a União. Recuperá-lo não é favor nenhum: é conveniência e obrigação.

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