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Política Lula e Bolsonaro prometem não ampliar número de ministros do Supremo

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Candidatos à presidência responderam a um questionamento dos jornalistas sobre a possibilidade de mudar a composição do STF durante o debate do último domingo

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
Candidatos à presidência responderam a um questionamento dos jornalistas sobre a possibilidade de mudar a composição do STF durante o debate do último domingo. (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

Tanto o ex-presidente Lula quanto o presidente Jair Bolsonaro afirmaram, durante debate na noite do último domingo (16), ser contra a ampliação do número de ministros no Supremo Tribunal Federal (STF), se comprometendo a não adotar a medida, caso eleitos.

Os candidatos à presidência da República tiveram de responder a um questionamento dos jornalistas sobre a possibilidade de aumentar o número de ministros de 11 para 15, uma proposta constante de PEC que voltou a ganhar força no Congresso nos últimos meses.

“Um atraso”

Primeiro a responder, Lula lembrou que o aumento de cadeiras foi uma estratégia da ditadura para tentar controlar o tribunal. “Estou convencido de que mexer na Suprema Corte para botar amigo é um atraso, um retrocesso”.

Ele ressaltou que ministros do Supremo devem ser escolhidos por critérios técnicos, por “currículo” e “biografia”, não por afinidade com o presidente. Também afirmou que qualquer iniciativa parecida dependeria de uma nova Constituinte para ser viável.

Mal interpretado

Jair Bolsonaro, por sua vez, já tinha dito que avaliaria a proposta de aumento do número de ministros “depois das eleições”, dependendo da “temperatura” na Corte, mas depois voltou atrás, alegando ter sido mal interpretado pela imprensa.

No debate deste domingo, disse que “da minha parte, está feito o compromisso” de não aumentar o número de ministros, ressaltando que nunca estudou a possibilidade “com profundidade”. Ele voltou a dizer que “no momento, o PT tem sete ministros, eu tenho dois”.

Sergio Moro

Bolsonaro foi auxiliado no debate por Sergio Moro, ex-juiz da “lava-jato” responsável pela ordem de prisão de Lula e que depois passou a integrar o governo do atual presidente. Bolsonaro explicou a presença de seu ex-ministro a propósito de “falar de corrupção”. Moro tinha deixado o governo acusando Bolsonaro de interferir na Polícia Federal.

“Perdemos um pouco com a volta do Lula, interferindo em vários setores”, afirmou Bolsonaro ao final do debate. “Mas a gente acredita que a ‘lava jato’ volte a ser uma realidade num futuro próximo para o bem do nosso Brasil.”

Moro, por sua vez, disse que não vai voltar a integrar o Executivo caso Bolsonaro seja reeleito, segundo o Estadão.

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Luiz Carlos Rozzo Bidio Rossa
18 de outubro de 2022 07:36

Calma Carluxo?

Fernando Krause
17 de outubro de 2022 23:39

“Estou convencido de que mexer na Suprema Corte para botar amigo é um atraso, um retrocesso”.
Mas este ex presidiário é um baita embusteiro! Não foi ele quem colocou no STF um advogado do PT que sequer foi aprovado em concurso para juiz ??? Ou o ministro Dias Toffoli não foi indicado na gestão dele ???
O vigarista é um mentiroso contumaz que mente até para a própria sombra!

Vanderlei Ochoa
17 de outubro de 2022 23:44

Lula e Bolsonaro???Como assim???Quem falou em cooptar o STF foi apenas o GOLPISTA bolsonaro chê…

Vanderlei Ochoa
18 de outubro de 2022 00:44

Achamos que a história vai se repetir. Quem viveu na época de COLLOR, aconteceu algo semelhante: COLLOR acusava Lula de roubar a poupança do povo, caso fosse eleioto. Pois bem. COLLOR ganhou a eleição e fez exatamente o que dizia que LULA faria se ganhasse a ELEIÇÃO. Muito perigoso esse bolsonaro. É idêntico ao COLOR. Tanto é, que agora COLLOR apóia o bozo…CUIDADO REDOBRADO COM OS cafajestes…eles estão por aí, no poder ou nas SOMBRAS à espreita….

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