Quinta-feira, 21 de maio de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
16°
Partly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política Lula endurece regras para big techs, que podem ser punidas se não excluírem posts criminosos

Compartilhe esta notícia:

Governo afirma que atualizou a regulamentação do Marco Civil da Internet à luz da decisão do Supremo que mudou a responsabilização das plataformas

Foto: Reprodução
(Foto: Reprodução)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta quarta-feira (20) dois decretos que criam novas regras para a atuação das plataformas digitais, como as big techs, no Brasil.

Um dos decretos atualiza a regulamentação do Marco Civil da Internet depois que o STF (Supremo Tribunal Federal) mudou, no ano passado, o entendimento sobre o regime de responsabilidade das plataformas.

O tribunal julgou parcialmente inconstitucional um artigo do Marco Civil da Internet que previa que as big techs só podiam ser responsabilizadas por conteúdos publicados por terceiros caso descumprissem uma ordem judicial para remover a publicação.

Com a mudança feita por um dos decretos, passa a existir a possibilidade de responsabilização em alguns casos, mesmo sem ordem judicial para remoção de conteúdo. O outro decreto traz medidas para a proteção das mulheres contra a violência na internet.

Os decretos foram assinados durante evento no Palácio do Planalto em alusão aos 100 dias do Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio. Os textos ainda serão publicados no “Diário Oficial da União”.

Segundo representantes do governo, a iniciativa foi motivada pelo aumento dos golpes virtuais e dos casos de ataques a mulheres e meninas na internet. O presidente também sancionou quatro projetos de lei, aprovados pelo Congresso, relacionados ao tema. Saiba o que dizem os textos:

Altera a execução penal para reforçar a proteção da mulher vítima de violência; cria o cadastro nacional de pessoas condenadas por violência doméstica; altera o artigo 22 da lei Maria da Penha, para facilitar a concessão da para medida protetiva de urgência;
Incluir o risco a integridade sexual, moral e patrimonial da mulher para garantir na Justiça medidas de afastamento imediato do agressor.

 

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

0 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários
Semana do Ministério Público volta a São Luiz Gonzaga com debates sobre direitos e atuação da instituição
Supremo não quer levar a tese da revisão da vida toda nas aposentadorias do INSS para apreciação de todos os ministros do tribunal
Pode te interessar
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x