Terça-feira, 29 de setembro de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política Lula substitui generais do alto escalão do Gabinete de Segurança Institucional

Compartilhe esta notícia:

O general Ricardo José Nigri é o novo secretário-executivo do GSI. (Foto: Defesa Aérea e Naval/Divulgação)

O general de Brigada Marcius Cardoso Netto foi nomeado para exercer o cargo de secretário de Segurança e Coordenação Presidencial do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República. O decreto com a nomeação está publicado em edição extra do Diário Oficial da União que circulou na última segunda-feira (23).

Também foi nomeado o general de Divisão Ricardo José Nigri para exercer o cargo de secretário-executivo do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. Nigri assume o lugar do general de Divisão Carlos Penteado, que está sendo exonerado do cargo e passando à situação de adido ao Gabinete do Comandante do Exército. A troca já tinha sido antecipada pelo Estadão.

O general de Divisão Carlos Feitosa, que ocupava o cargo de secretário de Segurança e Coordenação Presidencial do GSI, foi exonerado do posto e nomeado para exercer o cargo de Chefe da Assessoria de Planejamento e Gestão do Departamento-Geral de Pessoal.

De acordo com informações do jornal O Estado de S. Paulo, o presidente Lula pediu uma reformulação profunda no modelo de funcionamento do GSI, único ministério comandado por um militar no Palácio do Planalto. O gabinete passou a ser o departamento mais questionado no primeiro escalão do governo, após o fracasso na proteção da Presidência durante os atos extremistas do dia 8, em Brasília (DF).

Abin

Segundo informações do blog de Andreia Sadi, o governo federal vai transferir a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), hoje sob a alçada do GSI, para a alçada da Casa Civil, comandada por Rui Costa. A mudança seria capitaneada pelo próprio ministro, a pedido do presidente Lula.

A mudança faz parte de um projeto mais amplo de desmilitarização da Abin. O plano de diminuir a influência militar nas áreas ligadas à presidência vem desde a transição, mas tornou-se urgente depois de 8 de janeiro.

A Abin sempre foi visada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, que costumava dizer que queria ter um sistema de inteligência próprio. A avaliação no governo Lula é que, com Alexandre Ramagem – nomeado por Bolsonaro –, a Abin se transformou em uma espécie de agência particular para espionar e proteger parentes e amigos do ex-presidente, como no caso de Jair Renan. Ramagem esteve à frente da Abin entre novembro de 2019 e março de 2022.

Ainda conforma o blog, a mudança deve ser feita por meio de medida provisória que ainda está em fase de discussão na Casa Civil.

tags: em foco

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Seu Jorge não consegue registrar filho como “Samba” após recusa de cartório
“É impossível adolescentes terem sono saudável com escola às 7h”, diz neurocientista
Pode te interessar