Domingo, 02 de agosto de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Rio Grande do Sul Mãe e madrasta do menino Miguel são denunciadas por tortura, homicídio e ocultação de cadáver

Compartilhe esta notícia:

Acusação vai pedir que Yasmin e Bruna sejam submetidas a júri popular

Foto: Divulgação
Acusação vai pedir que Yasmin e Bruna sejam submetidas a júri popular. (Foto: Divulgação)

O MP/RS (Ministério Público do Rio Grande do Sul) anunciou, na manhã desta terça-feira (17), que denunciou a mãe e a madrasta de Miguel dos Santos Rodrigues pelos crimes de tortura, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Os delitos já haviam aparecido na versão parcial do inquérito policial, concluída na semana passada.

Yasmin Vaz dos Santos Rodrigues, de 26 anos, e Bruna Nathieli Porto, de 23, estão presas. A primeira confessou o crime logo no primeiro depoimento aos investigadores. Enquanto isso, a segunda defende que não teve participação no assassinato – uma versão contestada pelas autoridades.

O corpo da vítima está desaparecido desde 29 de julho. Entretanto, para o MP, este não é um fato determinante para o julgamento do caso. “As evidências demonstram que ele não vai aparecer. Essa ocultação de cadáver teve tanto êxito que exauriu o objeto material do delito”, afirma o promotor de Tramandaí, André Luiz Tarouco Pinto.

A acusação defende que tanto a mãe, quanto a madrasta de Miguel respondam como autoras, uma vez que teriam agido em conjunto ao cometerem os crimes. Os promotores apontam que a morte da criança teria sido planejada, e que o desejo das acusadas era construir uma nova família. Miguel não fazia parte destes planos.

Júri popular

O Ministério Público defende que as acusadas sejam submetidas a um júri popular – no qual o Conselho de Sentença é formado por cidadãos, e não por especialistas. Esta prática é comum em casos de grande repercussão, como a morte de Bernardo Boldrini, em Três Passos, e o incêndio da Boate Kiss, em Santa Maria.

O caso

Yasmin admite que jogou o filho no rio Tramandaí, no limite entre Imbé e Tramandaí. Ela está na Penitenciária Feminina de Guaíba. Já a companheira dela, Bruna, segue recolhida no Instituto Psiquiátrico Forense, em Porto Alegre. Em uma das perícias realizadas, a equipe do IGP encontrou sangue do menino em uma camiseta.

Dados dos telefones celulares de ambas revelaram registros da rotina de maus tratos imposta a Miguel, bem como pesquisas sobre o que aconteceria com um corpo jogado ao mar. A polícia busca imagens de câmeras de monitoramento para tentar refazer o caminho em que as duas mulheres dizem ter feito com o corpo do menino, dentro de uma mala.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Rio Grande do Sul

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

2 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Anderson Cardoso
17 de agosto de 2021 15:21

Se atrapalha…mata…O Talibã , ta certo , de ladrao corda a mão..
de criminoso pedrada na cabeça …

Nicolas Marconi
17 de agosto de 2021 19:02

Eu sou contra a violência,
Mas nesse caso eu desejo que peguem essas duas filhas do capeta e quebrem elas no meio.

Talibã anuncia “anistia geral” e faz apelo a mulheres no Afeganistão
Maki Kaji, conhecido como o “pai do Sudoku”, morre aos 69 anos
Pode te interessar
2
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x