Sexta-feira, 29 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 4 de julho de 2016
Um processo bizarro chegou às mãos da Suprema Corte da Austrália. Uma mulher teria processado o próprio filho após ele morrer em um acidente de carro. Iman Homsi alega que o acidente, que ocorreu em junho de 2010 em Melbourne, a deixou com sérios problemas psicológicos. Para basear o pedido de indenização, ela alegava que nunca mais conseguiu trabalhar de tão abalada que ficou com a morte do filho, Mahmoud Homsi, na época com 26 anos, e de uma neta, de 3.
A Suprema Corte australiana, porém, decidiu que não havia argumentos suficientes para se dar continuidade ao caso. “Iman não estava na cena do acidente. Ela não testemunhou a morte do filho. Ela não foi vítima. Não há qualquer culpa por parte do filho”, afirmou um juiz.
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