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Política Maioria desaprova o governo Lula, mas ele venceria em 2026, diz pesquisa

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O trabalho do presidente Lula é desaprovado por 51,4% e aprovado por 45,9% dos entrevistados da pesquisa da Atlas/Intel. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

O trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é desaprovado por 51,4% e aprovado por 45,9% dos entrevistados da pesquisa da Atlas/Intel, em conjunto com a Bloomberg, divulgada nessa terça-feira (11). Apesar da desaprovação, o petista venceria as eleições de 2026 em qualquer um dos cenários testados. Em comparação com a gestão de Jair Bolsonaro, o governo Lula também está mais bem avaliado, porém, a diferença está dentro do limite da margem de erro.

Há um ano a aprovação de Lula era de 51,2%, enquanto a desaprovação era de 45,4%. O cenário começou a mudar ao longo de 2024 e chegou ao mesmo patamar de aprovação e desaprovação em novembro do ano passado. O levantamento de dezembro já mostra o governo do petista desaprovado por 49,8% dos entrevistados e aprovado por 47,8% – resultado ainda dentro da margem de erro.

A desaprovação de Lula é maior entre homens (59% aprovam e 38% desaprovam) do que entre mulheres. No público feminino, a taxa de reprovação ao governo, de 44,1%, é menor do que a aprovação, que está em 53,5%. Em um recorte de religião, a pesquisa expõe as dificuldades do petista entre os evangélicos – 80,1% reprovam a gestão do petista. Entre os católicos, Lula segue com maior aprovação (51,9%) do que desaprovação (47,4%).

Em um recorte etário, a reprovação de Lula é sustentada pelos mais jovens. No público de 16 a 34 anos, o governo é desaprovado por 57,1% e aprovado por 37%. Para os entrevistados que têm entre 35 e 44 anos, Lula é reprovado por 58% e aprovado por 41,8%. Os resultados mudam para as idades mais avançadas. Entre os idosos, de 60 anos a 100 anos, Lula tem aprovação de 54,1% contra 42,1% e, para aqueles entre 45 e 59 anos, o atual mandatário é aprovado por 54,3% e desaprovado por 45,7%.

Cenários 

No entanto, o presidente segue à frente nas sondagens eleitorais para 2026. Numa réplica dos nomes que concorreram em 2022, Lula, com 44% das intenções de voto, está à frente de Jair Bolsonaro, que tem 40,6%. Os dois estão descolados dos demais concorrentes: Simone Tebet aparece com 4,9% e Ciro Gomes com 4,5%.

A pesquisa ainda simulou dois cenários para o primeiro turno. Um com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e sem ninguém da família Bolsonaro. O outro, não conta com Tarcísio e coloca Eduardo Bolsonaro entre os concorrentes.

Lula, com 41,1%, venceria Tarcísio, que fez 26,2% das intenções de voto. Depois aparecem o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (5,9%), o cantor Gusttavo Lima(5,6%), a ministra Simone Tebet (4,1%), o senador Sergio Moro (3,3%), o coach Pablo Marçal (2,4%), a ministra Marina Silva (1,4%) e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (0,9%).

Na outra sondagem, Lula teria 40% das intenções de voto, e Eduardo Bolsonaro 24,2%. Aparecem na sequência Caiado (7,5%), Gusttavo Lima (5,2%), Tebet (4,4%), Moro (4,2%), Marçal (3,4%), Marina (2,2%) e Leite (1,5%).

Em uma simulação de segundo turno, Lula aparece tecnicamente empatado com Tarcísio de Freitas. O presidente teria 45,7% dos votos, enquanto o governador de São Paulo 44,7%. Na sondagem, o petista está na frente de Jair Bolsonaro por uma margem pequena — 47,6% a 43,4%. O atual mandatário estaria ainda à frente, por mais de dez pontos percentuais, em eventuais disputas contra Caiado, Eduardo Bolsonaro e Pablo Marçal.

Comparação

A pesquisa questionou aos entrevistados se, na comparação com o governo anterior, de Jair Bolsonaro, o desempenho da gestão de Lula é melhor ou pior. O governo do petista é melhor para 48,5% dos entrevistados e pior para 45,8%. A diferença, porém, está dentro da margem de erro.

A pesquisa da Atlas/Intel com a Bloomberg aplicou um questionário online geolocalizado, durante a navegação de rotina de usuários da internet, em smartphones, tablets, laptops ou PCs, e obteve a resposta de 3.125 pessoas adultas. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o período de coleta de dados foi de 27 de janeiro a 31 de janeiro.

 

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