Domingo, 21 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 18 de outubro de 2025
Organizadores estimam mais de 2.600 atos em todas as regiões americanas, com marchas também em Londres, Madri e Barcelona.
Foto: ReproduçãoOs primeiros protestos da campanha “No Kings” começaram nesse sábado (18) nos Estados Unidos e em várias cidades do mundo, marcando o início de uma das maiores mobilizações populares desde o retorno de Donald Trump à Casa Branca. Organizadores estimam mais de 2.600 atos em todas as regiões americanas, com marchas também em Londres, Madri e Barcelona, em resposta ao que chamam de uma “guinada autoritária” do governo americano.
Os manifestantes criticam políticas de imigração, segurança e educação, além de cortes de verbas para universidades e a presença da Guarda Nacional em grandes centros urbanos.
“Não há nada mais americano do que dizer ‘nós não temos reis’ e exercer nosso direito de protestar pacificamente”, afirmou Leah Greenberg, cofundadora do movimento progressista Indivisible, responsável pela organização dos atos.
Em Washington, manifestantes se reuniram perto do Cemitério Nacional de Arlington, próximo à área onde Trump planeja construir um arco monumental ligando o Memorial Lincoln à margem oposta do rio Potomac.
O movimento recebeu apoio de Bernie Sanders, Alexandria Ocasio-Cortez e da ex-secretária de Estado Hillary Clinton, além de dezenas de celebridades. A ACLU (União Americana pelas Liberdades Civis) treinou milhares de voluntários para atuar como monitores e evitar confrontos.
Pesquisadores de movimentos sociais preveem que os atos deste sábado possam se tornar os maiores protestos da história recente dos EUA, com até 3 milhões de participantes, segundo Dana Fisher, professora da Universidade Americana de Washington.
“Essas manifestações podem não mudar as políticas de Trump, mas fortalecem a identidade coletiva de quem se sente perseguido ou silenciado”, afirmou Fisher.
Enquanto os protestos se espalhavam, republicanos reagiram com críticas. O presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, classificou os atos como “comícios antiamericanos”, apelidados dentro do partido de “Hate America rallies”.
“Eles vão se reunir no National Mall para o que chamam de No Kings Rally. Nós preferimos o termo mais preciso: o comício do ódio à América”, declarou Johnson.
Outros aliados de Trump acusaram a oposição de estimular violência política, lembrando o assassinato do ativista conservador Charlie Kirk, aliado do presidente, em setembro.
Trump, por sua vez, minimizou os protestos. Em entrevista à Fox Business, afirmou: “Dizem que me chamam de rei. Eu não sou um rei”.
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Se for para chutar a bunda de vagabundo de esquerda vai exército, guarda nacional e polícia metropolitana.
Vai botar o exército encima do povo…quaquaqua
Cadê os milhões de pessoas convocadas pelo Obama Bin Liar ? Flopou como sempre … igual às manifestações da esquerda no Brasil, não vai ninguem a não ser meia duzia de gatos pingados dos sindicatos
Este já está em prisão domiciliar kkkkkkkk
Depois será alguém no Brasil…
Ditador Trump autoriza CIA a assassinar Maduro na Venezuela
Infantil e imbecil
Esquerdista vagabundo tem em todo o mundo.
Quaquaquaqua
A esquerdalha lacrando e usando IA.
A direita precisa de um homem pra chamar de seu…
A verdade dói dona Denise, a extrema direita só faz 💩💩💩💩💩
Como o jornal que recebe o slogan de “melhor jornal do Sul do Planeta ” divulga narrativas e imagens montadas através de IA????
Milhares? Na imagem vemos a embaixada do Canada e a galeria de arte nacional em 1 quadra da Avenida Pensilvânia.
Considerando um trecho de 100 metros por 20 de largura e aplicando a regra básica de 3 pessoas por metro quadrado dão aproximadamente 6.000 pessoas.
Milhares tem nos protestos pro Bolsonaro, em Sp e RJ, que utilizando a mesma conta superam as 400.000 a 1 milhão de pessoas.
🚨🚨🚨🚨Vem deportação aí:
Casa do bananinha está sendo vigiada por agentes da imigração icl
Os norte americanos demoraram, mas reagiram. Reagiram ao ver um presidente que se vangloria de ter encerrado “oito guerras” enquanto inicia novas ofensivas contra a própria sociedade. Reagiram à militarização da vida pública, à retórica de inimigos internos, à manipulação da fé e do medo. Reagiram à banalização da mentira e à transformação da democracia em espetáculo autoritário. E reagiram, sobretudo, à ideia de que poderiam viver sob um líder que se comporta como monarca absoluto — cercado de aduladores, blindado por fake news e sustentado por uma máquina de propaganda que distorce fatos e reescreve a história.