Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 18 de outubro de 2016
O relacionamento entre o mais famoso quarterback da NFL, Tom Brady, e o candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, vem dando o que falar desde que um boné com o slogan do magnata (‘Make America Great Again’ – Faça a América Grande Novamente) foi visto no vestiário do jogador no final de 2015.
Tom Brady afirmou que irá exercer seu direito ao voto no dia 8 de novembro, mas se esquivou de revelar sua escolha entre Trump e a democrata Hillary Clinton. “Sim, vou votar. Talvez falemos sobre isso (voto) depois”, disse.
Quatro vezes campeões da liga de futebol americano, os Patriots são sediados em Boston, no Massachusetts, estado tradicionalmente ligado ao Partido Democrata. Praticamente unanimidade no estado, Tom Brady vem preferindo se esquivar e manter o silêncio quando o assunto é política.
Tanto que, na semana passada, o quarterback chegou a deixar uma coletiva de imprensa ao ser perguntado sobre as declarações sexistas de Donald Trump a um programa de TV em 2005. Na ocasião, durante um intervalo do programa “Access Hollywood”, o magnata afirmou que, por ser rico, poderia fazer o que quiser com as mulheres, inclusive “agarrá-las pela b…(órgão sexual)”.
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