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Colunistas Meirelles 2018

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(Foto: Helvio Romero/AE)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Só um nome salva o atual governo na economia, com decisões fortes e urgentes, acalma o mercado e retoma a credibilidade internacional – com as agências de avaliações de risco: Henrique Meirelles. Este é o consenso no núcleo Lulista. Lula já teria convidado o ex-presidente do Banco Central para tocar o Ministério da Fazenda, caso a presidente Dilma atropele o processo de impeachment. E Meirelles aceitou, se tiver carta branca. Meirelles é o plano B de Lula para candidato a presidente em 2018. É isso que motiva o executivo.

Empregando Meirelles

Meirelles já deu a dica em artigo publicado ontem em jornais. Citou a crise na economia e o desemprego, com o título “Empregando soluções”.

No cantinho

Oficialmente, as assessorias de Lula e Meirelles negam, mas as conversas continuam nos bastidores. Meirelles hoje é CEO da JF Holding, que controla a JBS, entre outras.

Olho aberto

Lula já avisou ao atual titular, Nelson Barbosa, que, se Dilma ficar no governo, o próximo ministro da Fazenda será Henrique Meirelles.

Os elétrico$

Nas hostes da PF, dá-se como certo o cerco da Lava-Jato ao contador José João Appel, já alvo da Operação Acrônimo. Há fio desencapado no escritório do empresário, e o curto-circuito dá choque geral no PMDB de Renan Calheiros, José Sarney e Edison Lobão, que mandam há décadas na Eletrobrás e no Ministério de Minas e Energia.

Em baixa

Os fundos proprietários de grandes shoppings estão no vermelho, por operações mal feitas, além da crise no mercado – alta inadimplência das lojas. Shoppings são oferecidos na pechincha para fundos dos EUA e Europa, conta um expert do setor.

Saldão

Os americanos da Blackstone, que já têm dinheiro no fundo Pátria (shoppings da Tenco), estão chegando com apetite ao Brasil. Já a BR Malls, maior rede do País, vendeu ativos à Vinci Partners para pagar dívidas.

Qual é o voto?

O assédio dos dois lados sobre o impeachment é tamanho que o único deputado do Partido da Mulher (que é homem), Weliton Prado (MG), indeciso, evita os colegas.

Falta a bomba!

O senador Hélio José (PMDB-DF) foi longe ao tentar minorar a crise e prevê soluções: “Cheguei do Japão. Vi um país que foi destruído e hoje é das maiores potências”.

Manda nada, inocente

Anda sem moral o diretor da Câmara, Rômulo Mesquita, que proibiu manifestações de servidores – contra e a favor do governo – na Casa. A turma tem batido no peito nos corredores com broches, cartazes, camisas e até rodinhas com microfones.

Cafezinho & Poder

Reduto de artistas do eixo Rio-SP, a Cafeteria PédiCafé, na histórica Pirenópolis (GO), virou também point de lazer de políticos. Ontem, o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), degustou cafés com a esposa. Em janeiro, passou por lá o ex-prefeito de Anápolis Ernani de Paula – pré-candidato novamente.

Conexão Palácios-Piri

Do outro lado da rua, na casa do embaixador Sérgio Amaral, há 15 dias o governador Marconi Perillo reuniu seleto grupo para falar de política. Era nesta esta casa colonial que o então presidente FHC sentava à beira da calçada para tomar cerveja e ler jornais.

Terra nostra

Com o governo que apoia aos frangalhos, o MST invadiu uma fazenda na satélite de Samambaia (DF), às margens da BR-060 Brasília-Goiânia. Com barracos espersos – bom naco de terra para cada – a entrada tem a bandeira com a estrela do partido aliado.

Ponto Final

“É uma coisa, ao meu modo de ver, absolutamente inviável e impensável. Isso é uma quebra de institucionalidade que não é útil para o País.” Do vice-presidente da República, Michel Temer, em evento em Belo Horizonte (MG), em março de 2015, sobre eventual impeachment de Dilma.

Com Walmor Parente e Equipe DF, SP e Nordeste

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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