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Colunistas Mello diz à coluna que o PMDB não examinou apoio a Marchezan

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No encontro de ontem com o Cpers, o deputado Sebastião Melo criticou a Procuradoria Geral do Estado. (Foto: Divulgação/PMPA)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

O candidato do PMDB à prefeitura de Porto Alegre, Sebastião Mello, derrotado por Nelson Marchezan Junior (PSDB) nas últimas eleições, disse ontem ao colunista, que “até agora, não tive conhecimento, nem participei de nenhuma reunião do partido, cuja pauta inclua a possibilidade de apoiar a atual administração da capital”. Esclarece que “nada impede que alguns companheiros se reúnam para discutir essa possibilidade. Mas oficialmente, esse tema até hoje não foi discutido”. Mello esclarece que “não estou ressentido, nem magoado, apenas quero ser coerente. A minha posição eu defini quando foi proclamado o resultado da eleição. O que não se pode é perder o rumo”.

Ex-candidato fala em “coerência”

Mello deixa claro que “se esse tema – o apoio ao governo do município – for colocado em alguma reunião do PMDB, eu voto contra, embora respeite quem pensa o contrário. Apenas quero manter minha coerência. Acho que está na hora de acabar com esse hábito no Brasil, onde os partidos um dia perdem a eleição, e no outro dia já estão no governo”.

Mello confirma que voltou à advocacia

Sebastião Mello, depois de ter seu nome especulado para integrar o primeiro escalão do governador José Ivo Sartori, retomou sua atividade de advogado com intensidade, e garante que “hoje minha preocupação é atender aos clientes do escritório que mantenho, ao lado de um grupo qualificado de colegas advogados”.

Nova baixa no governo Marchezan

Ontem, o governo do prefeito Marchezan Junior registrou mais uma baixa, a 14ª desde o início da gestão. Maria de Fátima Zachia pediu demissão da Secretaria de Desenvolvimento Social após permanecer 10 meses no cargo.

No governo Sartori, talvez o último parcelamento de salários

O governo do Estado anunciou ontem, mais uma vez, que terá de parcelar o pagamento dos salários dos servidores. Poderá ser o último parcelamento. Na semana que passou, o governador Sartori emitiu sinais de que está sendo acelerada a busca de uma solução para o pagamento em dia e a quitação do 13° salário. Ao que tudo indica, mediante a venda de ações do Banrisul, em percentual que manterá o controle do banco pelo governo gaúcho, e adesão ao Programa de Recuperação Fiscal,que permitirá renegociar a dívida com a União.

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