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Cláudio Humberto Messias e Lula só tiveram reunião privada até 2024

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Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Lula (PT) e Jorge Messias (AGU) fazem pose de amigos fraternais, mas a agenda oficial sinaliza que o petista não se empenharia pelo escolhido para a vaga de Luís Roberto Barroso como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). De fato, Lula não pediu voto para Messias a qualquer senador. Os encontros privados entre os dois só ocorreram até 2024 e, ainda assim, cada vez menos. Lula não repetiu 2023, quando recebeu Messias por dez vezes. Mais do que qualquer deputado ou senador.

Me erra
Em 2024, após Lula escantear o “Bessias” e escolher Flávio Dino para a vaga de Rosa Weber, foram só quatro despachos privados.

Diga que não estou
Não há, na agenda oficial de Lula, registro de encontros com o AGU em 2025. Nem mesmo este ano, lançado à própria sorte para tentar o STF.

Se vira
O abandono de Lula ficou evidente após a indicação ao Supremo. O petista não se deu ao trabalho de ligar e avisar o presidente do Senado.

Nem vem
Messias não é o único que Lula não teve interesse em receber este ano. Ao menos 13 ministros ainda não foram recebidos pelo petista em 2026.

Derrotas seguidas apontam problemas para Lula
As duas grandes derrotas do governo Lula (PT) no Congresso Nacional semana passada, primeiro com a rejeição histórica do seu indicado ao Supremo Tribunal Federal Jorge Messias e depois com a derrubada do veto à lei que vai reduzir penas dos condenados pelo 8/jan, prenunciam dificuldades que as pesquisas já indicam que o presidente vai enfrentar nas eleições. A média das seis principais pesquisas de segundo turno divulgadas em abril apontam Flávio com 44,8% e Lula com 44,3%.

No segundo turno
Lula lidera numericamente as pesquisas Nexus/BTG e CNT/MDA, Flávio está à frente na Atlas/Intel, Genial/Quaest, Apex/Futura e Datafolha.

Esperança petista
Nas simulações de primeiro turno, todos os seis institutos apontam liderança numérica de Lula, com até cinco pontos de vantagem.

Proibido
Até mesmo resultados de plataformas de previsão e apostas, agora proibidas no Brasil, indicam chance cada vez menor de vitória de Lula.

Sem risco
Após reunião com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, a governadora do DF, Celina Leão (PP), tranquilizou servidores e brasilienses: o Banco de Brasília (BRB) não será liquidado.

Quase dois terços
Os 318 deputados que votaram pela derrubada do veto de Lula (PT) à Lei da Dosimetria são suficientes até para alterar a Constituição. Eles representam 62% de toda Câmara. Os 49 senadores, 60,4%.

Liberou geral
Tanto o PSD, quanto o MDB, partidos que têm somados seis ministérios no governo petista, liberaram suas bancadas no Senado para a votação da derrubada do veto de Lula (PT) à Lei da Dosimetria.

‘Farmou aura’
Júlia Zanatta (PL-SC) contou que um jovem disse que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) estava “farmando aura” na sessão da Dosimetria. Ao perguntar o significado, ele explicou: “Acumula carisma e moral”.

Nome definido
Pré-candidato ao Senado em Santa Catarina, Carlos Bolsonaro (PL) reafirmou que a família Bolsonaro apoiará o nome do deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) ao Senado, em Goiás.

Coluna CH, 28 anos
A Coluna Cláudio Humberto completa 28 anos neste domingo (3). Até hoje, são 10.227 edições ininterruptas desde 1998, passando por 14 eleições (gerais e municipais), oito legislaturas e cinco presidentes.

Impacto
O deputado Evair de Melo (PP-ES), avalia que há uma percepção crescente de desorganização e perda de credibilidade em órgãos como a Polícia Federal: “Decisões e posicionamentos impactam sua autonomia”.

Reconhecimento
Foi aprovado na Câmara, o projeto que estabelece jornada mensal de 144 horas para agentes da Segurança Pública. De autoria do deputado Sargento Portugal, a proposta remunera em dobro trabalho em feriados.

Pergunta na caneta
Tem prêmio de consolação para rejeitado ao STF?

PODER SEM PUDOR
Zona excelente
Disputando o governo do Paraná com Jayme Lerner, em 1994, Álvaro Dias resolveu apresentar algumas propostas que considerava inovadoras, como a criação de certas “zonas de excelência industriais”. Dias chegou em Realeza e, claro, prometeu a plenos pulmões, em discurso, que levaria ao município uma “zona de excelência”. O prefeito o interrompeu, preocupado: “⁠O senhor explique melhor essa história porque vai ter gente achando que ‘zona de excelência’ é bordel com cama redonda e espelho no teto….”.

Com Rodrigo Vilela e Tiago Vasconcelos
@diariodopoder

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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Eloa Gute
3 de maio de 2026 08:12

E tu era um piolho embaixo do tapete só escutando as conversas.

O problema é você
Xadrez da Conveniência
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