Sexta-feira, 29 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 4 de setembro de 2015
A mexicana Dafne Almazán Anaya gosta de ir ao cinema com amigas, fazer tortas de frutas e ter aulas de piano, mas agora está focada no mestrado, que iniciará após ter se formado, aos 13 anos, em psicologia, graças a um inovador plano de aprendizagem que aproveita sua condição de superdotada sem causar traumas. Ela recebeu o diploma na quinta-feira e se transformou na graduada nesse curso mais jovem do mundo.
“Sou uma menina normal, tenho amigas fora da escola, elas vão a minha casa e fazemos coisas, mas também tenho minhas amigas na escola. Vamos ao cinema, ao shopping e me tratam bem, como uma menina normal”, declarou Dafne. Ela conta sempre dizer a suas amigas “que todas as pessoas têm algum tipo de talento e que algum dia, se ainda não o encontraram, vão encontrá-lo”.
Caçula de três irmãos, após Delany e Andrew, que também se formaram psicólogos aos 17 e 16 anos, respectivamente, Dafne retomou suas aulas de piano, é faixa amarela de taekwondo e aperfeiçoa seu inglês enquanto aprende chinês e francês. Seu pai, Asdrúbal Almazán, médico cirurgião, disse que Dafne nunca esteve em um sistema de educação regular. “Detectamos aos 2 anos e meio que ela aprendeu, sozinha, a ler e escrever, e então começamos um trabalho de potencialização intelectual que Andrew, seu irmão, havia fundamentado.”
Futuro
A menina nem começou o mestrado em educação, com especialização em ensino-aprendizagem, no Instituto Tecnológico e de Estudos Superiores de Monterrey, na modalidade de aulas a distância, e já pensa em doutorado. “E, dependendo da minha idade, outra carreira, porque ainda tenho muito a aprender”, assinalou.
Atenta e desenvolta, Dafne contou que, além da música clássica, gosta do grupo Maroon 5. Aos domingos, junto com a mãe, faz comidas e doces, embora goste mesmo das tortas de frutas. A jovem psicóloga é fã de roxo, adora saias e sente especial atração pelos ursinhos de pelúcia “moles e lindos”. (Efe)
Os comentários estão desativados.