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Política Michelle Bolsonaro retorna a Brasília após prisão de ex-presidente

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Michelle estava no Ceará quando Bolsonaro foi preso

Foto: PL/Divulgação
Pronunciamento ocorreu no mesmo horário da mensagem natalina do presidente Lula. (Foto: PL/Divulgação)

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro chegou a Brasília na tarde deste sábado (22), após a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ela havia viajado para participar de um evento do PL no Ceará e foi avisada por telefone sobre a ação.

Michelle desembarcou no aeroporto da capital federal, onde foi recepcionada pela vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP). A ex-primeira-dama não se pronunciou no local.

Michelle seguiu diretamente para a casa da vice-governadora, localizada no Lago Sul. Segundo apuração do O Estado de S.Paulo, da residência da Vice-Governadoria, as duas devem definir os próximos passos da ex-primeira-dama.

A principal decisão a ser tomada é se ela irá ao Condomínio Solar de Brasília, onde um grupo de manifestantes já está reunido em frente à portaria em apoio a Bolsonaro, ou se seguirá para a sede da Polícia Federal em Brasília, onde Jair Bolsonaro está detido desde esta manhã.

Uma equipe da Polícia Federal chegou por volta das 6h10 à residência do ex-presidente e comunicou a ele a determinação de prisão preventiva expedida pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes. Bolsonaro recebeu os agentes da PF e não ofereceu resistência à ordem.

Nas redes sociais, logo após a prisão, Michelle afirmou que aguardava um voo para retornar a Brasília e citou um passagem bíblica.

“Confio na Justiça e Deus. A Justiça humana, como temos visto, já não se sustenta… Mas sei que o Senhor dará o Escape, assim como fez em 2018, quando meu marido foi vítima de uma facada, planejada para matá-lo, por um ex-militante psolista”, escreveu Michelle, em menção ao atentado contra Bolsonaro na campanha das eleições presidenciais daquele ano.

Em nota, a defesa de Bolsonaro disse que a prisão causa “perplexidade” e afirmou que a decisão se baseia em uma “vigília de orações”. Os advogados alegam que o ex-presidente já estava detido em casa, “com tornozeleira eletrônica e sendo vigiado pelas autoridades policiais”, e contestam a “existência de gravíssimos indícios da eventual fuga”.

Eles também afirmam que o estado de saúde de Bolsonaro é “delicado” e que sua prisão “pode colocar sua vida em risco”. A defesa informou que vai apresentar recurso. (Com informações de o Estado de S.Paulo)

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