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Política Michelle Bolsonaro vai propor “sugestões” no projeto do aborto e diz que mãe não pode ser punida

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De acordo com Michelle, uma alteração na legislação relativa ao aborto não deve punir a mãe, e sim o indutor do procedimento.

Foto: Isac Nóbrega/PR
"Ela falava para a gente fazer alguma coisa", disse Mauro Cid sobre Michelle. (Foto: Isac Nóbrega/Arquivo/PR)

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) afirmou nessa segunda-feira (24), que apresentará “sugestões” ao projeto de lei que equipara o aborto após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio simples. Na redação atual, a proposta do deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) pune a vítima de estupro que realizar um aborto com uma pena superior à prevista ao estuprador.

De acordo com Michelle, uma alteração na legislação relativa ao aborto não deve punir a mãe, e sim o indutor do procedimento.

“Alguns pontos do projeto de lei precisariam ser melhor abordados e outros necessitariam ser reformulados”, disse a ex-primeira-dama em vídeo publicado nas redes sociais. “Os legisladores devem encontrar formas de impedir o aborto punindo o aborteiro e sem penalizar a mulher que foi vítima de estupro e engravidou por causa desta barbaridade”, disse.

A esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em que o petista afirmou que, numa gestação decorrente de estupro, “um monstro” sairia do ventre da violentada.

“Quem está abortando são meninas de 12, 13, 14 anos, é crime. É crime hediondo. O cidadão estuprar a menina e depois querer que ela tenha um filho. Um filho de monstro”, disse Lula em 18 de junho, em entrevista ao Jornal da CBN. “A menina é obrigada a ter um filho de um cara que estuprou ela? Que monstro vai sair do ventre desta menina?”.

“Neste doloroso impasse, ao contrário do que o atual presidente, disse o ‘monstro’ nunca será o bebê resultante do estupro, nem a mãe violentada. O ‘monstro’, Lula, é o estuprador”, criticou Michelle Bolsonaro.

A ex-primeira-dama afirmou que irá sugerir alterações ao autor da medida, Sóstenes Cavalcante. “Conte comigo, já que sou coautora do projeto”, disse a deputada Carla Zambelli (PL-SP) nos comentários da publicação.

Segundo a parlamentar, parte das sugestões apresentadas por Michelle, como uma pena mais rigorosa para o crime de estupro, já está prevista na revisão da proposta.

O trâmite do projeto de lei foi adiado para o segundo semestre pelo deputado federal Arthur Lira (PP-AL), presidente da Casa, que anunciou uma “comissão representativa” para debater a proposta.

O grupo de trabalho posterga uma decisão sobre o projeto, que teve um requerimento de urgência aprovado e poderia até ser pautado diretamente no plenário da Câmara.

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Vanderlei Stefani
26 de junho de 2024 02:15

Vai propor lá na PAPUDA o vigarista

Fernando Krause
26 de junho de 2024 11:57

Se a extrema esquerda votasse a favor da pena máxima (30 anos de cadeia) e castração química para estupradores, isso não estaria sendo discutido…

Endruweit Valmir Endruweit
26 de junho de 2024 16:23

Essa chupa rola não foi eleita em nada e não deve se manifestar em assuntos que lhe não compete, surubeira oportunista queencobre falcatreuas e crimes do marido deve ser investigada e se for comprovado cumplicidade, julgada e presa junto como rachador mentiroso.

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