Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 16 de novembro de 2015
O MPMG (Ministério Público de Minas Gerais) informou nesta segunda-feira (16) que foi firmado um termo de compromisso preliminar com o MPF (Ministério Público Federal) e a mineradora Samarco, cujos donos são a Vale e a anglo-australiana BHP, para o pagamento de uma caução socioambiental de R$ 1 bilhão.
Barragens da Samarco se romperam em Mariana, provocando um “tsunami” de lama que destruiu o distrito de Bento Rodrigues e passou varrendo outros distritos e regiões até atingir o Rio Doce, provocando mortandade de peixes e prejudicando o abastecimento de água em cidades banhadas pelo rio.
A primeira parte deste montante, R$ 500 milhões, vai ser paga em um prazo de 10 dias, segundo o MPMG. O dinheiro vai garantir a execução de medidas preventivas emergenciais, de contenção de danos e para começar a solucionar problemas provocados pelo rompimento das barragens em Mariana, na região Central de Minas.
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