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Educação Ministério da Educação diz que cursos federais devem voltar a ter aulas presenciais em janeiro

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Caso autoridades locais de um município ou Estado decidam pela suspensão das atividades letivas presenciais, as instituições poderão optar por uma grade inteiramente digital

Foto: Divulgação
Caso autoridades locais de um município ou estado decidam pela suspensão das atividades letivas presenciais, as instituições poderão optar por uma grade inteiramente digital. (Foto: Divulgação)

Em portaria publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (02), o ministro da Educação, Milton Ribeiro, determina que instituições federais de ensino superior voltem às aulas presenciais a partir de 4 de janeiro, seguindo um “protocolo de biossegurança” contra a propagação do novo coronavírus.

O texto prevê que recursos digitais, que possibilitam aulas a distância, sejam utilizados “de forma complementar” e “em caráter opcional” durante a pandemia, apenas para “integralizar a carga horária de atividades pedagógicas” a serem determinadas pelas instituições.

“Os recursos educacionais digitais, tecnologias de informação e comunicação ou outros meios convencionais deverão ser utilizados de forma complementar, em caráter excepcional, para integralização da carga horária das atividades pedagógicas”, diz o ato.

No caso de práticas profissionais de estágios ou atividades que exijam laboratórios especializados, o texto prevê a possibilidade da utilização de recursos digitais caso sejam obedecidas as “Diretrizes Nacionais Curriculares aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação – CNE”.

Em cursos não disciplinados pelo CNE, fica vedada a excepcionalidade. Já para o curso de Medicina, de forma específica, o texto autoriza aulas a distância apenas em disciplinas teórico-cognitivas.

Ainda segundo a portaria, caso autoridades locais de um município ou Estado decidam pela suspensão das atividades letivas presenciais, as instituições poderão optar por uma grade inteiramente digital.

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Henrique Bass
2 de dezembro de 2020 13:12

Um dos Ministérios que NÃO TEM autoridade ou credibilidade pra DIZER ou ORIENTAR, é o da Educação.

Com tantas papagaiadas ao longo do tempo, juntamente com a inércia frente ao cenário atual, deveria continuar em stand-by.

Ou, pelo menos, observar as decisões locais que foram tomadas no sentido de volta às aulas presenciais – mesmo com todas as orientações de ponderação, insistiram.

Deu no que deu.

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