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Saúde Ministério da Saúde pede que Anvisa libere uso de autoteste de Covid

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Público-alvo é qualquer indivíduo, sintomático ou assintomático, independentemente de seu estado vacinal ou idade.

Foto: Reprodução
Casos de transmissão dentro da própria família aumentaram com o surgimento da variante. (Foto: Reprodução)

O Ministério da Saúde enviou, nesta quinta-feira (13), uma solicitação à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para autorização do uso de autoteste para Covid-19.

O público-alvo é qualquer indivíduo, sintomático ou assintomático, independentemente de seu estado vacinal ou idade, que tenha interesse em realizar a autotestagem.

Caso o resultado seja positivo, a pasta orienta que o farmacêutico que comercialize o teste recomende o auto-isolamento imediatamente e a avaliação das pessoas que habitam junto do infectado para que elas também sejam testadas ou isoladas.

A pessoa ainda deve procurar uma unidade de saúde para que um profissional realize a confirmação do diagnóstico, faça a notificação às autoridades e receba as orientações necessárias.

Para o Ministério, autoteste é importante para “a prevenção de novas infecções e que a prevenção por vacina e medidas não-farmacológicas sejam devidamente recomendadas.”

De acordo com as regras vigentes da Anvisa, o registro de autoteste de doenças infectocontagiosas de notificação compulsória, como a Covid-19, só podem ser feitos caso haja uma política de saúde pública e estratégia de ação estabelecidas pelo Ministério da Saúde. Atualmente, são permitidos no País autotestes de diabetes, de HIV e de gravidez.

A agência explica que a utilização de autotestes como medida de saúde pública deve considerar diversos aspectos, incluindo a orientação quanto ao uso dos exames pela população, medidas de segurança, a observação de limitações, advertências, cuidados quanto ao armazenamento, condições ambientais do local que será utilizado e intervalo de leitura.

“Deve-se levar em consideração também o impacto relacionado a possíveis erros de execução de ensaios, que, além de repercutir na qualidade de vida dos usuários, podem afetar os programas de saúde pública”, informou a Anvisa em nota.

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