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Brasil Ministério dos Direitos Humanos restabelece conselho LGBTQIA+

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O decreto que cria a entidade define atribuições como colaborar na elaboração de políticas públicas para essa comunidade.

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
O decreto que cria a entidade define atribuições como colaborar na elaboração de políticas públicas para essa comunidade. (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Quatro anos após ser extinto pelo governo federal, na gestão Jair Bolsonaro (PL), o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania restabeleceu o Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Queers, Intersexos, Assexuais e Outras (CNLGBTQIA+).

A medida está publicada no Diário Oficial da União e prevê a participação de representantes de 19 órgãos públicos e de 19 organizações da sociedade civil. Todos vão atuar de forma voluntária, sem remuneração.

Segundo a presidente da Associação Maranhense de Travestis e Transexuais, Andressa Dutra, a criação do conselho é importante para a fiscalização e representação da comunidade.

“A gente sofre atualmente ataques contra a dignidade da população LGBT. Você leva ao poder público as nossas inquietações, nossos anseios, e de que forma a gente quer que o estado nos olhe, e que as politicas públicas sejam implantadas. Acredito demais, não só na importância, mas nesse poder de dar resposta para comunidade LGBT no que tange as nossas políticas públicas”, afirma ela.

O decreto que cria a entidade define atribuições como colaborar na elaboração de políticas públicas para essa comunidade; propor formas de avaliar e monitorar as ações voltadas às pessoas LGBTQIA+; acompanhar propostas no Legislativo sobre o assunto; promover estudos, debates e pesquisas sobre a temática de direitos e a inclusão das pessoas LGBTQIA+; entre outras.

Além do quadro do conselho nacional LGBTQIA+, também vão participar representantes de outros órgãos e entidades, mas sem direito a voto. O conselho deve se reunir a cada três meses, mas outros encontros podem ser convocados de forma extraordinária.

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2 Comentários
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Roland Frantz Celtan
9 de abril de 2023 18:02

Começou mais uma palhaçada deste desgoverno! Devem se preocupar com coisas sérias não com estas mesquinharias!

Roland Frantz Celtan
9 de abril de 2023 18:06

Onde é que estão os direitos dos héteros? Para este desgoverno tanto faz tanto fez não importa é que nem direitos humanos ou melhor direito dos bandidos!

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