Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 22 de outubro de 2025
Zambelli foi para a Itália logo após o Supremo decretar sua prisão preventiva no Brasil.
Foto: Vinicius Loures/Câmara dos DeputadosA Advocacia-Geral da União (AGU) afirmou que o Ministério Público da Itália deu parecer favorável à extradição da deputada federal licenciada Carla Zambelli (PL-SP). A parlamentar está presa cautelarmente no país europeu, por decisão da Corte de Apelação de Roma, que considerou haver grave risco de fuga.
A AGU atua no processo de extradição de Zambelli para garantir que sejam cumpridas determinações da Justiça brasileira.
Zambelli foi para a Itália logo após o Supremo Tribunal Federal (STF) decretar sua prisão preventiva no Brasil. A parlamentar foi condenada pela Corte em junho a 10 anos de prisão por falsidade ideológica e invasão do sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
De acordo com integrantes do Judiciário que acompanham processos de extradição, o caminho para trazer Zambelli de volta ao país pode levar de um ano e meio a dois anos — e depende não apenas de decisões judiciais, mas também de avaliação política do governo de direita de Giorgia Meloni.
Com a prisão em território italiano, a primeira análise cabe ao Ministério da Justiça da Itália, feita agora. A partir daí, cabe manifestação da defesa de Zambelli. O caso é então julgado novamente pela Corte de Apelação, que analisa os fundamentos legais para a extradição. Se uma das partes não concordar com a decisão, pode recorrer à Corte de Cassação, instância superior do Judiciário italiano.
Mesmo que a Justiça italiana autorize a extradição, a palavra final é do Ministério da Justiça — o mesmo que pode recusar o pedido na origem. Essa etapa tem caráter político: o governo italiano decide se entrega ou não a parlamentar ao Brasil.
O atual governo italiano, liderado por Giorgia Meloni, é de direita e ideologicamente alinhado a parte da base política de Zambelli. Por isso, mesmo com o aval da Justiça, há margem para resistência política à extradição.
Caso o governo decida pela extradição, a defesa de Zambelli ainda pode contestar a medida junto ao Tribunal Administrativo Regional (TAR) do Lácio, com sede em Roma. Em seguida, é possível apresentar novo recurso ao Conselho de Estado, última instância da Justiça administrativa italiana.
Nova condenação
Zambelli foi condenada na última terça-feira (21) a pagar R$ 20 mil de indenização por danos morais à jornalista Vera Magalhães. Conforme os autos, em 2022 a deputada compartilhou falas do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmando que Magalhães seria “uma vergonha para o jornalismo brasileiro”.
Em outra publicação, a parlamentar acusou a âncora do Roda Viva de ter agido como uma “pessoa sexista, machista, cristofóbica e, de forma indireta, apoiando estupro e pedofilia”, ao comentar uma declaração da ex-ministra e atual senadora Damares Alves (Republicanos).
A sentença de primeiro grau já havia reconhecido a ilicitude da conduta de Zambelli e determinado a remoção das publicações. Mas, sob o argumento de incidência de imunidade parlamentar, o juízo afastou a condenação por danos morais. Por conta disso, Magalhães recorreu.
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Teu ídolo pedia a mesma “anistia” em 1984, mas para os seus cumpanheros sequestradores, assassinos e terroristas. Para estes não tinha problema…
Essa extrema direita não se indireita nunca! Só defende o que não presta! Perdão pra golpista! Viralatismo!Pec da bandidagem!
Tu não viu ela correndo armada atrás de u.ncara em plena eleição quando era proibido portar arma? Tu não bsabe que ele foi mentora para fazer um hacker invadir um computador do STJ? Tu não vou ela na eleição de 2018 em frente a uma loja da HAVAN dizendo que era da filha da Dilma, seu paspalho…hahahahahshsh
Espero que a verdade esteja ao lado da deputada.
Conhecendo nossa velha imprensa creio que está.
A extrema esquerda brasileira tem “dissonância cognitiva”. Lê e ouve mas não entende nada…
Nota-se que tu não entende nada em direito internacional
Certamente a primeira ministra Giorgia Meloni vai se lembrar de que o governo lulopetista se recusou em 2010 a extraditar o terrorista italiano Césare Battisti, acusado por homicídios e condenado à prisão perpétua pela justiça da Itália, mas considerado pelo lulopetismo como “asilado político”…
E quem era o advogado do terrorista à época ???
Ninguém menos do que Luiz Roberto Barroso, aquele da frase “perdeu, Mané”, que depois do asilo político do terrorista foi indicado pela Dilma para ser ministro do STF…
Isso é a extrema esquerda brasileira, que tem “afinidades” com criminosos e até com terroristas
ELA DEVERIA PEDIR PRA SER EXTRADITADA, AQUI É SÓ APRESENTAR UM ATESTADO MÉDICO QUE VAI GANHAR PRISÃO DOMICILIAR, TRABALHAR REMOTAMENTE
Representante da direita golpista.
Mais uma biroliro bandida a caminho do xilindró! 👏🏿👏🏿👏🏿
Zambetta, outrora poderosa, hoje presidiária piolhenta de extrema direita
Aqui ela vai ser solta, essa bisca deveria apodrecer na cadeia.
N Itália ela chupa as detentas para se manter viva, aqui além das mordomias vai ter cela especial.