Quinta-feira, 14 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 6 de abril de 2019
A mãe e a mulher do ex-capitão da Polícia Militar Adriano Magalhães da Nóbrega, acusado de integrar uma milícia, também serão investigadas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. Elas teriam participação nas movimentações financeiras atípicas feitas por ex-assessores de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) na Assembleia Legislativa do RJ. O caso é conhecido como Queiroz, em função dos supostos desvios de Fabrício Queiroz, que movimentou valor superior a um milhão, em pouco mais de um ano, conforme o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Raimunda Veras Magalhães e Danielle Mendonça da Costa trabalharam na assessoria do filho do presidente até novembro de 2018 recebendo R$ 6.492, cada uma. Para o MP, elas praticavam a “rachadinha”, quando o assessor devolve à chefia, parte de seu salário. A atitude é ilegal e provoca prejuízos ao patrimônio público, além de enriquecimento ilícito de agente público.
Os comentários estão desativados.