Segunda-feira, 17 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 2 de janeiro de 2023
Nísia Trindade também citou que o ministério vai invalidar “retrocessos” na “questão da saúde de mulher”.
Foto: Fernando Frazão/Agência BrasilA nova ministra da Saúde, Nísia Trindade, tomou posse no cargo na manhã desta terça-feira (2), prometendo um “revogaço” em normas da pasta que “ofendem a ciência”. “Serão revogados nos próximos dias as portarias e notas técnicas que ofendem, a ciência, os direitos humanos, os diretos sexuais reprodutivos e que transformaram várias posições do Ministério da Saúde em uma agenda conservadora e negacionista da ciência”, disse. “Nossa gestão será pautada pela ciência, pelo diálogo com a comunidade científica.”
Segundo a ministra, integram a lista de normas que serão revogadas “toda a parte de saúde mental que contraria os preceitos que nós defendemos, como humanização, luta anti-manicomial”. Nísia Trindade também citou que o ministério vai invalidar “retrocessos” na “questão da saúde de mulher”.
“Notas técnicas que contrariem as orientações científicas tais como recomendação de uso de cloroquina, hidroxicloroquina, dentre outras notas”, acrescentou.
A cerimônia foi acompanhada por ministros do governo Lula: Alexandre Padilha (Relações Institucionais), Luciana Santos (Ciência e Tecnologia), Wellington Dias (Desenvolvimento Social), Ana Moser (Esportes) e Esther Dweck (Gestão), Cida Gonçalves (Mulher), Camilo Santana (Educação) e Sonia Guajajara (Povos Originários).
Nísia Trindade e seu secretariado chegaram à nomeação usando máscaras contra a covid, mas retiraram durante a cerimônia. O equipamento não vinha sendo usado pelo antecessor, Marcelo Queiroga.
Currículo
Nísia Verônica Trindade Lima, de 64 anos, foi a primeira mulher a se tornar presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), cargo que exerceu até assumir o ministério. A nova comandante da Saúde é socióloga pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, tem mestrado em ciência política e doutorado em sociologia pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro.
A ministra foi ainda diretora da Casa de Oswaldo Cruz (1998-2005), unidade da fundação voltada para pesquisa e memória em ciências sociais, história e saúde. Participou da elaboração do Museu da Vida, da Fiocruz.
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Qual seria estes decretos?
caramba, foram 4 anos de cloroquina, ivermectina e gripezinha e se tomar vacina vira jacaré. Isso ajudou mto hein robozinho
Que decretos?
Quando fala em Sociologia vem merda, muiitaaa merda.
Uma socióloga cuidando da saúde…