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Política Ministra do Planejamento defende multa maior para a empresa que pagar salário inferior a mulheres

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Simone Tebet entende que o valor incentiva o empregador a descumprir a legislação

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Ministra do Planejamento repercutiu manutenção da taxa básica de juros durante evento em Brasília (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A ministra do Planejamento, Simone Tebet, defendeu nesta quarta-feira (1º) o aumento da multa para empresas que descumprem a legislação que prevê pagamento de salários iguais a mulheres e homens que exercem a mesma função.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou na terça-feira (28) que enviará na próxima semana, na comemoração do 8 de março, Dia Internacional da Mulher, uma proposta para análise do Congresso Nacional a fim de assegurar a igualdade salarial entre mulheres e homens.

Historicamente, homens recebem salários maiores do que as mulheres, mesmo quando exercem o mesmo trabalho ou ocupam cargos equivalentes. Na ocasião, Lula não detalhou a proposta. Segundo Tebet, o texto do projeto de lei ainda não está fechado, mas a ideia inicial era aumentar a multa para o empregador que descumpre a legislação em vigor.

Atualmente, a legislação prevê, no caso de comprovada discriminação por motivo de sexo ou etnia, o pagamento das diferenças salariais devidas e multa em favor do empregado discriminado no valor de 50% do limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social (R$ 3,7 mil).

Tebet entende que o valor incentiva o empregador a descumprir a legislação. “A multa é tão pequena que ele [empregador] faz uma conta muito simples: eu vou pagar um ano salário menor para mulher porque, ainda que eu seja penalizado e condenado na Justiça, o valor da multa é infinitamente menor. Estimula. Temos que mudar essa lei da reforma trabalhista para colocar uma multa maior para não valer a pena tratar de forma desigual homens e mulheres”, disse a ministra.

Tebet deu a declaração após um café no Palácio do Planalto com a primeira-dama, Janja Lula da Silva, e as demais ministras do governo. O encontro abriu a programação do governo referente ao Dia Internacional da Mulher, quando Lula apresentará, além do projeto sobre salários, outras medidas voltadas as mulheres.

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12 Comentários
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Carlos Alberto Pugliese
1 de março de 2023 20:46

Prá ti a gasolina não aumenta de preço, jagunço…. tu anda a pé

Vanderlei Ochoa
1 de março de 2023 15:38

Brasil melhorando a cada dia. Parabéns ESTADISTA LULA.

Valmir Endruweit
1 de março de 2023 15:55

Parabéns Ministra, advogada,mãe professora e cretina, haverá eemissão em mass e a não contratação de mulheres, o Estado não pode se envolver em assuntos como se mulheres fossem retardadase não resolvessem seus assuntos.Coisa de esquerdista canalha!

Adroaldo Mousquer
1 de março de 2023 16:01

De repente os Ministros deveriam receber o teto do Inss. Como é fácil negociar com o dinheiro “do povo” ou “de ninguém”. Que decepção.

Carlos Alberto Pugliese
1 de março de 2023 20:44

Xiii….essa véia loka tá se achando…..logo vai ser demitida

Artur Borba
2 de março de 2023 03:05

Está aí vãi acabar de fechar as empresas no Brasil. Fazu Eli.

Ildefonso Pavan
2 de março de 2023 05:10

Existe profissões e trabalho as vezes árduos que não há como comparar homens e mulheres , ressalvo quando ambos estão exercendo a mesma atividade aí concordo salário equivalente !!!

Miltch Mitch
2 de março de 2023 10:20

37 “ministres” e nada de construtivo.
O salário é regulado pela capacidade, experiência e competência, não pelo sexo.

Vanderlei Ochoa
2 de março de 2023 10:50

Mulheres dão de dez a ZERO nos homens em termos de administração. Viva as mulheres! Viva a DEMOCRACIA. Brasil acima de tudo, LEI ACIMA DE TODOS.

Valmir Endruweit
2 de março de 2023 12:53

Deve multar ” mãe , advogada , professora e cretina”

Valmir Endruweit
2 de março de 2023 12:56

Esses são os advogados burros da OAB, quem se sentir injustiçadaque procure os DIREITOS TRABALHISTAS, essa abobada não tem o que fazer e quer inventar leiscque já existem, o juíz pode multarca empresadando ganho de causa.

Basilio Mazzola
2 de março de 2023 13:31

Continua o populismo desenfreado. Em vez de preparar homens mulheres, seja de qualquer etnia forem e que o melhor vença, independente de fatores, pré-determinados. Ficam criando nichos, totalmente inuteis, para “embolar o meio de campo”.

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