Sábado, 15 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 9 de junho de 2026
A ministra destacou que a velocidade de propagação dos conteúdos produzidos por inteligência artificial dificulta a atuação dos órgãos de controle e da própria Justiça
Foto: Sophia Santos/STFA ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Cármen Lúcia fez nesta terça-feira (9) novos alertas sobre os impactos da inteligência artificial nas eleições e afirmou que a tecnologia impõe desafios inéditos à Justiça Eleitoral, com potencial para comprometer a liberdade de escolha dos eleitores e desestabilizar o processo democrático.
Ao participar de um debate sobre inteligência artificial e eleições, a ministra e ex-presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) afirmou que o avanço tecnológico tem criado situações sem precedentes para tribunais eleitorais no Brasil e no exterior.
“Esse é o desafio da Justiça Eleitoral, do Poder Judiciário brasileiro e do Poder Judiciário em todo o mundo. Somos instados por aqueles que se acham prejudicados e pelas instituições que temem pela instabilidade do processo eleitoral”, declarou.
A ministra destacou que a velocidade de propagação dos conteúdos produzidos por inteligência artificial dificulta a atuação dos órgãos de controle e da própria Justiça.
“Pelo fato da velocidade, quando a própria pessoa interessada diretamente tem ciência daquilo e toma providência de comunicar aos órgãos responsáveis que é preciso providência judicial, já se disseminou”, afirmou.
Segundo Cármen, a preocupação vai além da circulação de informações falsas e alcança a própria capacidade dos eleitores de formar convicções de maneira autônoma.
“Se houver uma gama tão grande de dados falsos sobre determinadas pessoas que sejam candidatos, elegíveis e que possam comprometer essa elegibilidade, temos realmente o fator de desestabilização do direito das pessoas votarem com liberdade, crítica e escolha pessoal. Isso tudo feito por máquinas a partir das quais temos a mudança de comportamentos em detrimento das liberdades cívicas. E isso é gravíssimo, e inédito”, disse.
As declarações ocorrem em um momento em que a Justiça Eleitoral se prepara para enfrentar o primeiro pleito presidencial marcado pela popularização das ferramentas de inteligência artificial generativa, capazes de produzir vídeos, áudios e imagens sintéticas com aparência de autenticidade.
Durante o evento, a ex-presidente do TSE também afirmou ter acompanhado o crescimento do uso da tecnologia para disseminação de conteúdos falsos e ataques direcionados a grupos específicos, especialmente mulheres que disputam cargos eletivos.
“Eu assisti à gravidade dessa desinformação e da criação, pela IA, de falseamento de dados, fatos e de mentiras criadas e espalhadas, principalmente com o ódio. Essas tecnologias, quando há interesses tão específicos, como há nos processos eleitorais, se voltam contra o próprio processo e contra alguns grupos no processo. A violência, virulência e crueldade praticadas contra candidatas mulheres em geral é muito maior, porque é desmoralizada, sexista”, afirmou.
A ministra também relacionou o debate sobre inteligência artificial ao histórico recente de campanhas de desinformação contra o sistema eleitoral brasileiro. Sem citar episódios específicos, ela lembrou que a confiança da população nas urnas eletrônicas foi alvo de ataques organizados nos últimos anos.
“Já tivemos 94% da população brasileira confiando no sistema de votação. Mas houve campanhas feitas de forma direcionada, no sentido de desconstituir a confiança que tinha sido construída, ao longo da década de 1990 e das décadas seguintes, sobre o processo eleitoral brasileiro”, declarou.
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Ahh é censura….mas até às eleições pode…. Jamais esqueceremos!
A política brasileira atravessa uma era onde o preparo intelectual e o projeto de país foram substituídos pelo algoritmo do choque. A imagem não é apenas um recorte de candidaturas à direita; é o sintoma de uma democracia que passou a premiar o “espetáculo do imbecil”
A política brasileira atravessa uma era onde o preparo intelectual e o projeto de país foram substituídos pelo algoritmo do choque. A imagem não é apenas um recorte de candidaturas à direita; é o sintoma de uma democracia que passou a premiar o “espetáculo do imbecil”.
a maior ameaça as eleições tem nome STF e pelo menos 7 militantes politico travestidos de toga…
Volta pro caixão veia do demonho.
Baita infantilidade
Os três patetas estão acordando tarde, não defenderam ainda a ministra da censura contra a direita até o fim da eleição de 2022.
A IA não entra na cabine de votação para acossar a pessoa que está votando. É preciso respeitar a vontade do eleitor. Não tentar induzir o voto, o que seria fazer exatamente o que se está reclamando da IA.
O problema não é a IA, é a caixa preta do TSE, apuração sigilosa dos votos, transparência zero
Assim
Ameaça a liberdade é causada pelo advogados travestidos de juízes do STF são na verade políticos com toga.
NOJO….CA@DELA ….VERGONHA DA CLASSE DAS MULHERES….!!….Montaram um exercito de criadores(MILHOES)…. de conteudo FAKE….
QUADRILHA DE BANDIDOS…..
Gazeta do Povo
https://www.gazetadopovo.com.br › vozes › gabinetes-…
Gabinetes do Ódio: de MAVs a Mynd8. Luiz Philippe Orleans e Bragança. Por Luiz Philippe Orleans e Bragança. 10/01/2024 às 12:28.
Vão bloquear a IA no Brasil, espera só