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Política Ministro da Agricultura não vê sinais de que Lula o tiraria do posto para acomodar o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira

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Em conversas com representantes do agronegócio, ele tem apostado que o foco da reforma ministerial de Lula será em pastas comandadas pelo PT.

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Em conversas com representantes do agronegócio, ele tem apostado que o foco da reforma ministerial de Lula será em pastas comandadas pelo PT. (Foto: Joédson Alves/Agência Brasil)

Diante das articulações para a reforma ministerial, o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, tem garantido a interlocutores que não se sente ameaçado no cargo e que manterá o comando da pasta. Em conversas com representantes do agronegócio no Congresso, ele tem apostado que o foco da reforma ministerial do governo Lula será em pastas hoje comandadas pelo PT.

O ministro da Agricultura não vê sinais de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva o tiraria do posto para acomodar o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Fávaro é do PSD, presidido por Gilberto Kassab, e próximo ao petista.

Como mostrou o jornal O Estado de S.Paulo, a Agricultura atraía os interesses do presidente da Câmara desde o ano passado. Até mesmo aliados do alagoano, contudo, o tem desaconselhado a desembarcar na Esplanada.

Crise dos alimentos

Fávaro afirmou que o governo federal pode baixar as alíquotas de importação do milho. De acordo com ele, um estudo será feito para que, “no mínimo”, o produto seja vendido internamente no mesmo preço que é comercializado no mercado internacional.

Na última sexta-feira (24), o governo federal anunciou atuará na redução da alíquota de importação de alimentos que estiverem mais caros no mercado interno, como estratégia para baratear a comida após a disparada de preços.

“O milho no mercado interno está um pouco mais alto do que no mercado internacional. Não queremos fazer nenhum tipo de intervenção heterodoxa, mas, se somos exportadores de alimentos, não pode o nosso alimento estar mais caro aqui do que lá fora”, afirmou o ministro na semana passada. “Esse, pontualmente, se confirmado, pode ser um caso para baixar as alíquotas para que, no mínimo, ganhe paridade internacional, que é o que rege o mercado.”

Em 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), acumula alta de 4,50%, abaixo dos 4,71% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em janeiro de 2024, o IPCA-15 foi de 0,31%.

No contexto da alta de preços em Alimentação e bebidas (1,06%), a alimentação no domicílio registrou variação de 1,10% em janeiro, influenciada por aumentos do tomate (17,12%) e do café moído (7,07%).

(Roseann Kennedy/Estadão Conteúdo)

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