Quarta-feira, 02 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 22 de novembro de 2023
Ministro Camilo Santana disse que questões polêmicas foram elaboradas em 2021
Foto: Lula Marques/Agência BrasilO ministro da Educação, Camilo Santana, disse nesta quarta-feira (22) que não existe a menor possibilidade de o governo federal interferir ideológica ou politicamente nas questões formuladas para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).
A afirmação foi feita durante audiência na Câmara dos Deputados, após parlamentares terem levantado suspeitas contra algumas questões que, segundo eles, associariam o agronegócio brasileiro ao desmatamento nos biomas do País; à exploração de trabalhadores do campo; e à invasão de terras indígenas.
“Quero dizer que não há a menor possibilidade de interferência do Ministério da Educação ou deste governo nas provas do Enem. Aliás, com relação a essas questões, a comissão que elaborou essa prova foi selecionada em 2020, e os itens foram criados em 2021. Portanto, durante o governo anterior. Foi [o governo Bolsonaro] quem elaborou essas questões”, disse o ministro.
Ainda sobre a questão da prova que citava o agronegócio, o ministro argumentou que ela era de interpretação de texto, elaborada a partir de um livro. “Não é questão de concordar ou discordar. É de interpretar”.
Agronegócio
Após ouvir da oposição acusações de que o governo Lula não gostava do setor agropecuário, Santana garantiu não haver, por parte do atual governo, qualquer preconceito contra o setor “tão importante para o País”.
“Inclusive, o governo que mais apoiou o agronegócio ao longo da história foi exatamente o do presidente Lula. Nós valorizamos e apoiamos [este setor]. Inclusive o Plano Safra, que foi lançado, é o maior plano da história desse país. Nós compreendemos a importância desse setor para a economia brasileira. Não só os grandes, mas os médios e os pequenos que produzem”, complementou ao citar uma série de parcerias entre órgãos federais, algumas envolvendo universidades, e a produção agrícola.
Meio ambiente
O ministro Camilo Santana, no entanto, reiterou que o governo se preocupa também com a questão ambiental, em especial com o combate ao desmatamento. Na avaliação do ministro, os cuidados com o meio ambiente são benéficos também para os produtores rurais, uma vez que garante a eles melhores condições para o plantio.
“Estamos vendo as mudanças climáticas que estão acontecendo nos estados. Isso é fruto da reação da natureza. A meu ver, não é incompatível [associar] o crescimento econômico e do agronegócio com a proteção e o respeito ao ambiente nesse país. Não é incompatível você crescer respeitando o meio ambiente. Essas duas coisas são compatíveis. É nisso que acreditamos e é isso o que defendemos”, concluiu.
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Só do lulopetismo e seus puxadinhos ideológicos associados…
Opa, o sr diarréia se pronunciando.
O pessoal do AGRO tóxico não quer admitir que “devorou” todas as florestas, trabalha com trangênicos e polui a terra, o ar e os rios com quantidade estúpida de agrotóxicos que matam as pessoas, as árvores, a biodiversidae e os rios. Mas esperar o que dos AGRO tóxicos e quem os defende?
Esse desgoverno da gangue do descondenado, ou está mentindo ou está roubando, não sabem fazer outra coisa, a começar por esse individuo que desviou verbas para a Covid por meio do Consórcio Nordeste. Muita incopetência!
Como sempre a culpa é do anterior.