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Economia Ministro da Fazenda diz que é contrário a uma compensação via benefício fiscal a empresários em contrapartida ao fim da escala 6×1

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Durigan defendeu uma transição para determinados setores

Foto: Reproduçaõ de vídeo
Durigan defendeu uma transição para determinados setores. (Foto: Reprodução de vídeo)

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quarta-feira (6) que é contrário a uma compensação via benefício fiscal a empresários em contrapartida ao fim da escala de trabalho 6×1, mas defendeu uma transição para determinados setores.

“Quarenta horas por semana, com dois dias por semana, sem redução de salário e sem compensação com benefício fiscal. Não cabe dizer aqui que o Estado tem que indenizar o empresário. Agora, cabe, sim, discutir transição para casos específicos. E eu vou ao Congresso na comissão especial debater isso francamente. O setor agropecuário, por exemplo, já não depende majoritariamente da escala 6×1, setor de comércio não depende majoritariamente da escala 6×1”, declarou Durigan.

“Quando a gente olha para o Brasil, três de cada dez trabalhadores estão na escala 6×1. Desses três, estamos falando de 80% de quem ganha até dois salários mínimos, trabalhador de mais baixa renda”, afirmou no programa “Bom Dia, Ministro”, da EBC (Empresa Brasil de Comunicação).

Além da ideia de transição, o ministro citou ainda outros mecanismos para ajudar os empresários e setores diversos a se adaptar à possível mudança. “Se a gente der ganho de produtividade, por exemplo, melhorando o crédito das pequenas empresas, como nossos programas que foram anunciados junto com o Desenrola. Se a gente aumentar fundo garantidor para que essas empresas peguem crédito barato, se a gente aumentar a capacitação digital via as várias escolas como Senac, Sesi, Senai no País, isso não pode ser melhor do que a gente voltar a criar beneficio fiscal?”, disse.

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Seu Marfei
6 de maio de 2026 13:20

Esquerdistas acham que a bunda dos empresários é grande, sempre dão um jeito de enfiar mais alguma coisa.

MIRO
6 de maio de 2026 12:06

POVO ENDIVIDADO…E EMPRESAS QUERANDO….PT QUEBROU O BRASIL…..NOVAMENTE…..E LÁ SE VÃO MAIS DE 20 ANOS , ANDANDO PARA TRAZ.

“O Brasil vive um cenário crítico com recorde de empresas em recuperação judicial em 2025/2026, com 5.680 empresas encerrando 2025 nesta situação e o primeiro trimestre de 2026 registrando 5.931 companhias em processo”

Vitor
6 de maio de 2026 11:09

A China e a esquerda antissemita & nazista agradecem!

Eloa Gute
6 de maio de 2026 10:47

Não faltava mais nada nos termos q pagar mais essa conta, porque os impostos ninguém diminui!

Rolando
6 de maio de 2026 10:33

Engraçado, o tal do STF, o sempre “isento”, com integrantes funcionários de bancos e outros com clientes que julgarão, diz há pouco que o executivo não pode reduzir um imposto sem aumentar outro para compensar, agora quando é para o resto dos pagadores, os que mantem esta casta de corruptos fazendo campanha com nosso dinheiro não tem nada para compensar o prejuízo

Eloa Gute
6 de maio de 2026 10:51
Responder para  Rolando

Nós consumidores não temos compensação nenhuma, hoje fui pagar o plano de saúde, aumentou 7% será q o governo não sabe disso?? E depois vem com conversa fiada falar q a inflação é 4% sem falar no roubo que ele só repassou 3.9% para os aposentados que ganham acima do salário mínimo. O resto ele roubou !!!

Seu Marfei
6 de maio de 2026 13:18
Responder para  Eloa Gute

A Sra. vota em Lula, é bom pagar pra aprender.

Juca Barbosa
6 de maio de 2026 14:25
Responder para  Seu Marfei

E não é a primeira vez que os Aposentados do Inss, que ganham acima de 1 salário mínimo ganham abaixo da inflação acumulada no ano. Imaginem o aposentado que ganhava R$ 2.000 por mês, acima de 1 salário mínimo, ganhou 3,90% de correção, ficou com R$ 2.078, em 2026. Dá para fazer vários churrascos de picanha…

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