Sexta-feira, 02 de outubro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
18°
Partly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Ministro da Fazenda diz que programa de renegociação de dívidas está pronto para ser anunciado após o retorno de Lula ao Brasil

Compartilhe esta notícia:

Durigan anunciou que a Pasta fará uma força-tarefa com a Controladoria-Geral da União (CGU) para permitir o acesso aos documentos. (Foto: Washington Costa/MF)

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nessa sexta-feira (17) que o programa de renegociação de dívidas do governo está pronto e que deverá ser anunciado após o retorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Brasil. “Ele está pronto para ser anunciado na volta com o presidente”, disse o ministro.

Segundo Durigan, o governo já divulgou algumas informações preliminares sobre a iniciativa, que tem como objetivo facilitar a renegociação de dívidas por meio da atuação do sistema financeiro.

De acordo com o ministro, o programa não terá impacto direto sobre o gasto primário da União. A estratégia, afirmou, será utilizar garantias do Tesouro para incentivar os bancos a oferecer melhores condições aos devedores.

“A gente não vai, inclusive, ter gasto primário nesse programa. O que a gente vai fazer é mobilizar a garantia de modo que os próprios bancos consigam dar um desconto e depois refinanciem a um juros mais barato, uma dívida diminuída”, explicou.

Operações com garantia

O ministro afirmou que o foco do programa será reduzir o peso de dívidas com juros elevados, como as de cartão de crédito e crédito direto ao consumidor (CDC), migrando esses débitos para linhas mais baratas, como o consignado ou operações com garantia.

“(O grande sentido do programa) é diminuir a dívida das linhas caras e colocar as pessoas em linhas mais racionais, mais baratas”, disse.

Segundo ele, a proposta deve ser apresentada em etapas, contemplando diferentes públicos. A primeira fase deve focar nas famílias, seguida por trabalhadores informais e, depois, pequenas empresas.

“Pode ser que a gente apresente por partes. Tem essas três frentes que nós estamos trabalhando: famílias, trabalhadores informais e pequenas empresas”, afirmou.

Ainda não há detalhes oficiais sobre os critérios de adesão ou o alcance do programa, que devem ser divulgados no anúncio formal. As informações são do jornal Extra.

 

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

0 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Equipe do Inter ajusta últimos detalhes para embate com o Mirassol no Beira-Rio
Jornada de trabalho: ministro defende projeto do governo pelo fim da escala 6×1 e diz que reduzir para 36 horas é “irresponsabilidade”
Pode te interessar
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x