Quarta-feira, 30 de setembro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Ministro da Saúde Marcelo Queiroga diz que os Estados Unidos não vão doar vacinas ao Brasil

Compartilhe esta notícia:

Queiroga afirmou que seu esforço é para antecipar a entrega das vacinas compradas com farmacêuticas americanas. (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, comentou sobre a manifestação do presidente norte-americano, Joe Biden, sobre a intenção de doar vacinas contra covid-19 a outros países. Queiroga avaliou positivamente a promessa, mas afirmou que no caso do Brasil, “sendo pragmático”, os EUA não irão doar as vacinas, “até porque o Brasil comprou essas doses das indústrias americanas”, afirmou.

De acordo com Queiroga, o esforço nas tratativas com o país não pleiteia a doação de vacinas, destacando sua conversa com o secretário de Saúde dos EUA, Xavier Becerra, Queiroga afirmou que seu esforço é para antecipar a entrega das vacinas compradas com farmacêuticas americanas como a Pfizer e Johnson & Johnson “e propor algo com as indústrias americanas”.

Queiroga participou na manhã desta quarta-feira (26), de sessão conjunta das comissões de Fiscalização Financeira e de Defesa do Consumidor da Câmara.

Terceira onda

Também nesta quarta, o ministro afirmou que o Brasil pode enfrentar nova alta de casos de covid-19, o que levaria à necessidade de ação de restrições por parte dos municípios para conter o avanço da doença. A declaração foi durante participação em audiência pública na Câmara dos Deputados.

Queiroga apontou que essa terceira onda, se ocorrer, pode ser provocada pelo avanço no país de uma nova cepa do coronavírus. Ele não citou especificamente a variante indiana, que já foi identificada em sete pacientes infectados no País.

Dessas sete pessoas, seis são tripulantes de um navio atracado no Maranhão — um deles está intubado em um hospital do Estado. A outra pessoa identificada com a cepa indiana é um morador de Campos dos Goytacazes (RJ) que chegou ao Brasil, via aeroporto de Guarulhos, no dia 22 de maio.

“Estávamos com medidas de bloqueio, mas quando houve mais disponibilidade de leitos, se flexibilizou. E pode haver tendência de aumento de casos, que vai se refletir em nova pressão sobre sistema de saúde. Mas também pode ser fruto de uma variante. Nós não temos essa resposta ainda”, declarou o ministro.

Queiroga disse que o Ministério da Saúde está vigilante para orientar os governos locais sobre medidas para evitar uma terceira onda e não descartou a necessidade de adoção, por parte dos municípios, de novas medidas de isolamento social.

“De acordo com a situação de cada município, pode ser necessário que se adote uma medida restritiva, mas cabe a cada autoridade municipal. O Ministério da Saúde fica vigilante para que se possa orientar. E vamos trabalhar juntos para que se possa evitar essa terceira onda.”

tags: em foco

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Covid-19: Confira as informações da vacinação nesta quinta-feira em Porto Alegre
Vara especializada em feminicídios realizará primeiros júris em junho em Porto Alegre
Pode te interessar