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Economia Ministro do Supremo Gilmar Mendes cria comissão para buscar acordo sobre ICMS de combustíveis

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Grupo buscará conciliação entre União e os Estados. Colegiado deve trabalhar até novembro e ouvir especialistas em contas públicas.

Foto: José Cruz/Agência Brasil
Grupo buscará conciliação entre União e os Estados. Colegiado deve trabalhar até novembro e ouvir especialistas em contas públicas. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (18) a criação de uma comissão especial para buscar uma conciliação entre a União e os Estados sobre a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente sobre os combustíveis.

O governo federal e os Estados não se entendem sobre as alíquotas. Representantes dos governos locais defendem a aplicação das regras para o tributo que estavam em vigor até março – antes de novas leis sobre o tema serem sancionadas.

Uma das principais alterações realizadas pelo Congresso tornou bens e serviços essenciais os relativos à combustíveis, energia elétrica, comunicações e transportes coletivos. Na prática, ao estabelecer esta espécie de “carimbo” a estes produtos, a legislação impediu que os governos estaduais cobrem taxa superior à alíquota geral de ICMS, que varia de 17% a 18%, dependendo da localidade.

O ministro é relator de duas ações sobre o tema. Em uma delas, o governo federal acionou o Supremo para que fosse declarada a inconstitucionalidade de leis complementares dos estados e do Distrito Federal que fixaram alíquotas do ICMS.

A comissão vai ser formada por representantes do governos federal e estaduais, além do Senado Federal, da Câmara dos Deputados e do Tribunal de Contas da União (TCU). Os municípios poderão indicar dois representantes.

O grupo vai ficar responsável por ouvir especialistas em contas públicas e arrecadações. Os trabalhos vão começar no dia 2 de agosto e devem ser encerrados até 4 de novembro.

“Tenho que a medida processual adequada ao quadro descrito acima é a criação de Comissão Especial para acompanhamento/equacionamento de todas essas questões, a qual servirá também para ouvir especialistas e experts em contas públicas e arrecadação de ICMS. Tal mecanismo gerará as condições para o estabelecimento de amplo debate entre os entes federativos e a sociedade civil”, escreveu o ministro.

A comissão terá que analisar :

  • Vetos presidenciais do PLP 18/2022 — projeto de lei que limita em até 18% o ICMS sobre combustíveis e outros itens essenciais, como energia;
  • Eventuais incompatibilidades entre as Leis Complementares 192/2022 e 194/202, que tratam de novas regras;
  • As divergências quanto aos impactos fiscal-orçamentários das citadas invocações legislativas.

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José Guilherme Py
19 de julho de 2022 09:23

Os governadores tem que se dar por conta de que o dinheiro fácil acabou e que eles tem que se tornarem verdadeiros administradores chamando, inclusive, os outros poderes para adequar as contas de acordo com a nova arrecadação. O Poder Legislativo e o Judiciário possuem verbas públicas nababescas que devem ser cortadas, pelo menos, pela metade! É uma pouca vergonha o que eles gastam comparando com a realidade do brasileiro. Agora uma coisa é certa. Não adianta vir com essa hipocrisia de que vão mexer em verbas destinadas ao povo! Esse tipo de convercinha não cola mais! Estamos em ano… Leia mais »

Vanderlei Ochoa
19 de julho de 2022 11:24

Olha só. Estamos numa DEMOCRACIA. Esse mito não manda sozinho no Brasil. A LEI vigora. Temos ums constituição e gente qualificada para fazê-la fincionar. Viva a DEMOCRACIA que o bozo quer ACABAR. Viva o STF.

Vanildo Oliveira
19 de julho de 2022 14:49

Os governadores acostumados a sugar da nação, por conta da maldita máfia criminosa chamada PT/Lula, tem que entender que a teta secou, agora tem um homem sério, que pouco a pouco vai organizando uma equipe tbm seria que pensa no bem estar do povo e não em sugar do povo,, e por está razão vamos reeleger Bolsonaro por mais 4 anos e fazer a limpa no congresso, em nome de Jesus, essa batalha já está vencida, PT/Lula nunca mais.

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