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Política Ministro Gilmar Mendes leva julgamento sobre quebra de sigilos de Lulinha ao plenário do Supremo

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A análise do caso é retirada do plenário virtual e será realizada pelo plenário físico da Corte

Foto: Gustavo Moreno/STJ
A análise do caso é retirada do plenário virtual e será realizada pelo plenário físico da Corte. (Foto: Gustavo Moreno/STJ)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes pediu um destaque nesta sexta-feira (13) no julgamento sobre a quebra de sigilos do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com o pedido de Gilmar, a análise do caso é retirada do plenário virtual e será realizada pelo plenário físico da Corte em uma data ainda não definida.

O Supremo avaliava se mantinha a decisão do ministro Flávio Dino que suspendeu quebras de sigilo aprovadas pela CPI do INSS, entre elas a de Lulinha. Antes do pedido de Gilmar, Dino, relator do caso, votou para manter a decisão dele.

O destaque é um mecanismo que leva casos avaliados pelo plenário virtual do Supremo para o plenário físico. Ao ser solicitado, o julgamento também é reiniciado. Além disso, a data para a análise do caso no plenário físico não é definida de imediato, cabendo ao presidente do tribunal pautá-lo.

No início do mês, Flávio Dino suspendeu a quebra de sigilos da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha. Depois, estendeu os efeitos do mandado de segurança de Roberta para todo o ato da CPI em uma votação em bloco de mais de 80 requerimentos, entre os quais o do filho de Lula.

Na decisão, Dino sustentou que o procedimento correto seria a análise em separado de cada requerimento. A CPI do INSS recorreu, alegando que o ministro não poderia ter estendido os efeitos do mandado de segurança de Roberta para os demais requerimentos aprovados pelo colegiado na sessão.

A aprovação das quebras de sigilos surpreendeu a base do governo no Congresso. Os governistas acionaram o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para a reversão do resultado da votação, mas o senador manteve a validade do que foi decidido pelo colegiado.

Lulinha entrou na mira da oposição depois que a Polícia Federal encontrou mensagens entre o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, e a empresária Roberta Luchsinger com supostas menções ao filho do presidente.

No fim de 2025, Roberta foi alvo de operação da PF por suspeitas de ter recebido R$ 1,5 milhão do Careca do INSS. As mensagens dizem que a quantia seria destinada ao “filho do rapaz”. Para investigadores, essa seria a referência ao filho do presidente.

Naquele momento, a PF afirmou em um relatório que não havia indícios de que Lulinha estivesse diretamente envolvido nas fraudes do INSS.

A decisão de Dino não invalidou as quebras de sigilo de Lulinha e da empresaria que foram pedidas ao Supremo pela Polícia Federal e autorizadas pelo ministro André Mendonça.

 

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Vanderlei Ochoa
15 de março de 2026 10:05

Lulinha já foi acusado nos outros mandatos do ESTADISTA LULA. Nada foi provado. Daí a direita pós golpe na presidenta DILMA , largou de mão. Agora voltam a atacar o filho do presidente com um único intuito: atacar a candidatura do ESTADISTA LULA. Essa gentalha da direita golpista usa de todo jogo baixo( porque rasteiras o São) para confundir o eleitor. Não tocam no assunto de seus deputados e outros polida direita golpista que estão envolvidos em roubos bilionários. Essa é o modus operandi desses canalhas.

Valmir
14 de março de 2026 18:07

O ” LADRÃO GORDO ,FILHO DO LADRÃO CACHACEIRO NÃO TEM PRERROGATIVA DE FORO PORQUE NO STF?

Vanderlei Ochôa
15 de março de 2026 10:07
Responder para  Valmir

Gordofóbico cachaceirofóbico…quaquaquaqua vocês marginais da direita golpista não tem limites. Só faltou dizer que Lula tem nove dedos…quaquaquaqua

Vitor
14 de março de 2026 12:03

Quem não deve não teme…

Jorge Bressan
14 de março de 2026 22:45
Responder para  Vitor

O que parece que não é o caso.

Glaucio dos Santos Brum
14 de março de 2026 07:42

Finalmente, alguém lembrou que existem mais nove ministros atualmente no STF e evitou tomar outra decisão monocrática. Bom, já está mais do que ridículo isso de querer blindar seus corruptos “cumpanheros” contra qualquer investigação. Agora ele adotou a política de Pôncio Pilatos, lavando as mãos.

Fernando Krause
13 de março de 2026 16:55

O filho “prodígio” precisa comparecer na CPMI do ROUBO aos aposentados do INSS e explicar as suas relações financeiras com a empresária encrencada e com o careca do INSS, preso por falcatruas no INSS.
Inclusive as viagens conjuntas deles ao exterior…

Vanderlei Stefani
13 de março de 2026 16:07

Lulinha movimentou 19 milhões em 4 anos. A Globo e outros grupos de mídia deram grande destaque. Fabiano Zettel, cunhado e “caixa” de Vorcaro movimentou 99 milhões em 7 meses. Nenhum destaque.
O golpe continua em curso !!

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