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Política Ministro Cristiano Zanin, do Supremo, nega pedido para obrigar a Câmara dos Deputados a instalar a CPI do Banco Master

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Na decisão, Zanin apontou “defeitos processuais” na ação apresentada ao Supremo. (Foto: Luiz Silveira/STF)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, negou nessa quinta-feira (12) o pedido para determinar a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar, na Câmara dos Deputados, possíveis irregularidades relacionadas ao caso do Banco Master.

Na decisão, o magistrado apontou a existência de “defeitos processuais” na ação apresentada ao Supremo e entendeu que a questão deve ser analisada inicialmente pelo próprio Poder Legislativo. Segundo o ministro, cabe à Câmara dos Deputados avaliar os trâmites formais relacionados ao pedido de investigação parlamentar antes de qualquer intervenção do Judiciário.

Zanin também indicou que a análise do caso deve passar, em primeiro lugar, pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, responsável pela condução administrativa da Casa. Dessa forma, o Supremo não determinou qualquer medida imediata sobre a criação da comissão parlamentar.

Parlamentares da oposição haviam protocolado, na última segunda (9), um mandado de segurança com pedido de liminar para que o STF garantisse a instalação imediata da CPI. O argumento apresentado ao tribunal era de que já existiriam as condições regimentais necessárias para que a comissão fosse criada.

Em fevereiro, o pedido para instaurar uma comissão de investigação chegou a ultrapassar o número mínimo de assinaturas exigido pelo regimento interno do Congresso Nacional. Mesmo assim, a iniciativa acabou travando no rito formal necessário para a abertura da comissão.

Para que uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) seja oficialmente instalada, o requerimento precisa ser lido em sessão conjunta da Câmara dos Deputados e do Senado. Sem essa leitura em plenário, o procedimento de criação da comissão não avança, mesmo que o número de assinaturas já tenha sido atingido.

Na tentativa de levar o tema ao Supremo, o grupo de parlamentares argumentou que os presidentes das duas Casas legislativas estariam cometendo uma “omissão inconstitucional” ao não realizar a leitura dos requerimentos. Além de Motta, os autores da ação também citaram o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, como responsável pelo andamento do processo legislativo.

Atualmente, existem ao menos três pedidos apresentados no Congresso Nacional para a abertura de comissões que investiguem o caso. Dois deles preveem CPIs separadas – uma no Senado e outra na Câmara dos Deputados – enquanto um terceiro requerimento propõe a criação de uma CPMI, reunindo parlamentares das duas Casas.

Foco

A proposta de CPI pretende investigar pontos que também são analisados pela CPI do Crime Organizado, em funcionamento no Senado. Entre os temas citados estão um acordo entre o escritório Barci de Moraes, ligado à esposa de um ministro do Supremo, com o Banco Master, além de uma possível proximidade do também ministro Dias Toffoli com pessoas próximas ao empresário Daniel Vorcaro.

Em vídeo publicado nas redes sociais, a deputada federal Bia Kicis, uma das signatárias da ação apresentada ao STF, afirmou que o grupo aguardava uma iniciativa do governo que fosse condizente com o interesse da sociedade em esclarecer os fatos. Segundo ela, diante do que classificou como falta de avanço institucional, os parlamentares decidiram recorrer ao Supremo. A deputada também descreveu o episódio como “o maior escândalo do País”. (Com informações do portal InfoMoney)

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Vanderlei Stefani
12 de março de 2026 23:59

Visita sem gravação: Marcola, do PCC, pede mesma regalia dada por Mendonça a Vorcaro

JADE
12 de março de 2026 17:54

QUADRILHA QUALIFICADA SE BLINDANDO….

É….30 anos de LULISMO, e 5 Passagem pela Presidencia, seu nisso…..TODAS AS INSTITUIÇÕES CORROMPIDAS, COOPTADAS, DESTRUIDAS…..a serviço do crime organizado.

Eloa Guterre
13 de março de 2026 07:01
Responder para  JADE

Mendonça fez algo primário, agora todos os presos querem o mesmo direito, as vezes devemos estudar mais ou não dar regalias a aliados.

Carlos Alberto
12 de março de 2026 14:10

Não molharam a mão do Zanin, ele recusou o processo …Ele é vendedor de sentença, fique claro.

Eloa Guterre
12 de março de 2026 13:55

Qual é o problema de abrir uma investigação mais apurada??? Ministro, não somos mais bobos!

Fernando Krause
12 de março de 2026 12:22

Uma mão lava a outra… e elas ajudam o lulopetismo, contrário em esclarecer o ROUBO contra os aposentados do INSS e as FALCATRUAS do banco Ma$$$$$$$$$ter….
Esse é o Brasil de Bras$ília!

Adalberto Meneguzzi
12 de março de 2026 11:58

Quanto medo de investigação!
Estão todos envolvidos…

Valmir
12 de março de 2026 11:49

Esse Ministro advogado do bandido Lule é outro que logo deve ser colocado pra fora do STF , pau mandado e ativista de esquerda.

Eloa Guterre
13 de março de 2026 07:04
Responder para  Valmir

Mas quem deu regalias para um preso foi André Mendonça, agora todos os presos perigosos querem a mesma regalia o Brasil não é para ignorantes!

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