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Brasil Mortes de Yanomami crescem quase 6% em um ano, mas governo alega subnotificação no passado

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O montante já está no caixa da ONG, mas as atividades em campo só devem começar no segundo semestre. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

Apesar da operação especial do governo federal de combate à crise humanitária entre os Yanomami, o ano de 2023 se encerrou com a notificação de 363 mortes de indígenas da etnia — número superior ao de 2022, quando 343 morreram. Um aumento de quase 6% em um ano.

Os dados são do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado nesta quinta-feira (22). Mas, segundo o governo, houve subnotificação em anos anteriores — ou seja, na gestão passada — e, por isso, os números podem ser ainda maiores.

A informação foi dada durante uma coletiva de imprensa no início desta noite — convocada a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Apesar do cenário negativo, a secretária de Vigilância em Saúde, Ethel Maciel, disse que o mapeamento do problema permite uma melhora no futuro.

“Temos a certeza de que temos subnotificação, mas, agora, sabemos que temos, sabemos onde temos, e temos o diagnóstico do que está acontecendo no território — o que é diferente nos anos anteriores. Agora podemos dizer onde estão os vazios existenciais e quais as necessidades”, afirmou.

A secretária argumentou também que problemas de pessoal favoreceram a perspectiva de subnotificação. “Estamos recompondo as equipes, havia uma questão de insegurança no início, então as equipes começaram a se deslocar mais no segundo semestre”, explicou.

O Ministério da Saúde ainda apontou que o aumento no número de mortes está atrelado à maior presença do Estado no território, o que permitiu maior notificação das mortes. Dessa forma, a pasta afastou a tese comparativa, de que o cenário atual é mais grave do que no ano anterior.

O secretário de Saúde Indígena, Weibe Tapeba, disse que a subnotificação de mortes relacionada aos yanomami é histórica por conta da cultura de luto do grupo, que busca não manter lembranças daqueles que morreram, o que dificulta notificação tardia.

“Os dados referentes aos últimos anos não são confiáveis. Até os dados novos apresentam complexidade de interpretação. Estamos tratando de um povo que tem dificuldade de tratar o tema da morte, que tem um ritual fúnebre de incineração não só do ente querido, mas da maloca e dos entes pessoais para não ter a memória da pessoa”, disse.

O Ministério da Saúde anunciou a construção e reforma de 22 Unidades Básicas de Saúde ainda neste ano, além da intenção de lançar licitação para a construção de um hospital indígena em Boa Vista, em Roraima, mas sem previsão de data.

Para combater a crise na região, o governo informou ainda que terá um orçamento emergencial de R$ 1,2 bilhão.

Povo Yanomami

Atualmente, o Ministério da Saúde estima que a população Yanomami seja composta por 32.052 indígenas espalhados em 376 comunidades com concentração em Roraima e norte do Amazonas.

Ainda segundo o governo, as notificações da malária entre esses indígenas dispararam em um ano, saindo de 11.530 em 2022 para 29.900 no ano seguinte.

O atual governo reabriu 6 polos de assistência médica e social aos indígenas, mas um ainda permanece fechado. Segundo a Secretaria de Saúde Indígena, parte do território ainda tem ampla atuação de garimpeiros, o que impede a atuação de equipes de saúde.

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Paulo Jesus Corrêa
23 de fevereiro de 2024 01:37

A culpa sempre será do Outro!

Paulo Jesus Corrêa
23 de fevereiro de 2024 01:38

Parece que as mortes pelo Covid-19, também!

Fabiano Coitinho
23 de fevereiro de 2024 16:14

Por falar em estadista… Cadê os “Vanderlei” …

Vinícius Borella
23 de fevereiro de 2024 01:45

Mais uma vez o ESTADISTA Lula mostrando a que veio

Fernando Krause
23 de fevereiro de 2024 02:28

O lulopetismo e seus números mentirosos sempre colocando a culpa no outro…
Seita diabólica!

Nilton G Veiga
23 de fevereiro de 2024 03:31

Mortes subnotificadas… hahahahah hahahahah.
Nem sabem se os índios existem. Aliás quem manda naquela “pirosca” toda são as ongs estrangeiras.

Harley Davison
23 de fevereiro de 2024 07:37

Vivemos no mundo da culpa do outro….

Fernando Garrido
23 de fevereiro de 2024 11:13

Ué, o governo no Mula não iria resolver o tal genocídio de índios promovido por Bolsonaro?
kkkkk

Andre Palo
23 de fevereiro de 2024 12:36

A BESTA, adoradora de Hitler, engana os brasileiros a DECADAS,,vejam a informação de 2006…..

Estudo mostra que morte de índios cresceu no Governo Lula
Portal da Câmara dos Deputados
https://www.camara.leg.br › noticias › 86379-estudo-…
Estudo mostra que morte de índios cresceu no Governo Lula. Compartilhe Versão para impressão 5 Comentários. 01/06/2006 – 10:29 … yanomami, aonde está o ministro …

Eloa Guterres Dos Santos Guterres Dos Santos
23 de fevereiro de 2024 13:28

Trabalhar que é bom nada, só querem ser sustentados pelo governo e ivsdir terras!

Eloa Guterres Dos Santos Guterres Dos Santos
23 de fevereiro de 2024 13:33

Luiz Fernando, prgunta se algum Índio quer trabalhar para se sustentar? Descobriram que nós pagamos para esses vagabundos, que nunca contribuiram com nada e ainda se acham com direitos. Agora brigar com quem produz isso eles sabem fazer. Dá uma enchada e manda csrpir estradas!

Dea Einsfeld
23 de fevereiro de 2024 14:33

Acho que nunca o Brasil teve um representante eleito na urna tão cínico e cafajeste.O pôvo não vê ou não quer ver. Antes da urna ainda sabíamos que o nosso voto ia para quem escolhemos. O pior que a quadrilha voltou…retrocesso!

Jorge Schröder
23 de fevereiro de 2024 18:53

Sim, só falta agora dizer que a Damares tinha razão….. cambada

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