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Política MST e movimentos sociais ocupam sede do Incra em Alagoas

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Liderança do grupo pede a exoneração do atual superintendente do Incra estadual, Cesar Lira, considerado um "bolsonarista raiz"

Foto: Mykesio Max/MST
Auxiliares de Lula afirmam que o programa de reforma agrária está em andamento no governo. (Foto: Mykesio Max/MST)

Cerca de 1,5 mil integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) e de outros movimentos sociais ocuparam, nesta segunda-feira (10), a sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Maceió. A liderança do grupo pede a exoneração do atual superintendente do Incra estadual, Cesar Lira, considerado um “bolsonarista raiz”. Para o comando do Incra no estado, as organizações defendem a indicação do engenheiro José Ubiratan Rezende Santana.

A ação é liderada pelo MST em conjunto com a Comissão Pastoral da Terra (CPT), Frente Nacional de Luta (FNL), Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), Movimento de Luta pela Terra (MLT), Movimento Terra, Trabalho e Liberdade (MTL) e Movimento Terra Livre (TL).

Morosidade do governo

Segundo o MST, a ação foi tomada diante da morosidade do governo federal e do Ministério do Desenvolvimento Agrário em tomar medidas administrativas para substituir o superintendente do órgão no estado, além de retomar a pauta da reforma agrária.

“É inaceitável a continuidade de uma gestão bolsonarista. Por que o governo Lula mantém por tanto tempo (mais de cem dias de governo) um superintendente inimigo da Reforma Agrária e com um histórico de violência junto a lideranças e comunidades?”, questionam as organizações em nota conjunta. “Entendemos que o Incra é um órgão estratégico e deve ser um mecanismo na colaboração para retirar o país do mapa da fome”, destacam as entidades.

A ação faz parte do Abril Vermelho, mês no qual o MST relembra o massacre de Eldorado dos Carajás, em 1996. Naquele ano, no dia 17 de abril, 19 trabalhadores sem terra foram mortos em uma ação da Polícia Militar no município localizado no sudeste do Pará. Outras 79 pessoas ficaram feridas, duas das quais acabaram morrendo no hospital.

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4 Comentários
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Roland Frantz Celtan
11 de abril de 2023 08:54

Começaram novamente as ações destes vagabundos, terroristas deste famigerado MST. Isto o STF não enxerga!

Glaucio Dos Santos Brum
11 de abril de 2023 10:04

O ponto que chega, um movimento de desordeiros que vive de invasões, querer colocar quem ele quer no poder. Muitos deles que se dizem trabalhadores sem terra, não sabem a diferença entre um pé de soja e um repolho. E ainda qualificaram o superintendente como “inimigo”, o que deixa bem claro sua maneira de pensar.

Fernando Krause
11 de abril de 2023 11:10

A OrCrim MST voltando a invadir com a concordância do lulopetismo não surpreende. Eles tem livre acesso ao Palácio do Planalto…

Vanderlei Ochoa
11 de abril de 2023 11:40

Movimentos sociais são importantíssimos. Na DITADURA, não eram tolerados, por isso, a miséria aumentou no Brasil na época Ditadura . VGiva a LIBERDADE. VIVA A DEMOCRACIA que a direita bolso-terrorista-golpista queria acabar…bandidagem perderam e DEMOCRACIA VENCEU. Brasil acima de tudo. LEIS acima de todos…

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