Quinta-feira, 03 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 14 de julho de 2023
Governo federal anunciou no encerramento do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares
Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilApós o presidente Lula (PT) ter anunciado o encerramento do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim), criado na gestão de Jair Bolsonaro (PL) e uma das marcas do seu governo, governadores de onze Estados e do Distrito Federal comunicaram em suas redes sociais que regulamentarão a estrutura estadualmente e ainda prometeram ampliar o número de instituições de ensino. Nomes como Cláudio Castro (RJ), Romeu Zema (MG), Tarcísio de Freitas (SP) estão entre os titulares que contrariaram o governo federal.
Além de Minas, Rio e São Paulo, governadores de outras nove unidades federativas também manterão a estrutura: Jorginho Mello (SC), Ratinho Júnior (PR), Ronaldo Caiado (GO), Jerônimo Rodrigues (BA), Ibaneis Rocha (DF), Helder Barbalho (PA), Gladson Cameli (AC), Mauro Mendes (MT) e Marcos Rocha (RO).
No Rio de Janeiro, tanto o governador quanto o prefeito da cidade, Eduardo Paes, anunciaram a manutenção das escolas já existentes. O governador afirmou que há 16 unidades no estado fluminense e que pretende ampliar o número:
“Atendemos aproximadamente 10 mil alunos. Portanto vamos manter essas escolas já existentes. Nossa estratégia é ainda ampliá-las, já que elas se enquadram como escolas vocacionais e estão no escopo do novo ensino médio. Vamos em frente!”, disse Cláudio Castro (PL) na quinta-feira (13).
Já em São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) prometeu editar um decreto para regular o programa estadual e ampliar o número de unidades de ensino neste formato. Tarcísio afirmou saber a importância deste tipo de instituição por ter sido aluno de colégio militar. Como noticiou o Globo, a medida não estava nos planos de Tarcísio, mas serviu como afago aos parlamentares da base bolsonarista.
Romeu Zema, governador de Minas Gerais, aproveitou a ocasião para exaltar a bandeira da educação. “A tradição, a disciplina e o prestígio de uma das instituições mais respeitadas do mundo, agora se unem ao trabalho de ensino dos mineiros. Aqui a educação é sempre prioridade”, disse.
No Estado, há 16 escolas desta modalidade, sendo nove estaduais. Além dos doze Estados, há casos ainda como o do Piauí. O governador Rafael Fonteles (PT) não se manifestou sobre o tema. Entretanto, prefeitos dos municípios com escolas cívico-militares afirmaram que as instituições serão mantidas.
Na última terça-feira, o Ministério da Educação (MEC) informou os secretários estaduais de Educação o encerramento do programa. Criado em 2019 atendia mais de duzentas escolas que, agora, serão reintegradas à rede regular de ensino. Ao longo da gestão de Bolsonaro, a iniciativa recebeu críticas pelo alto investimento e baixa adesão.
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Muito bem.. onde se viu governo petista com educação de primeiro mundo ?
Aprender sobre ética e civismo num pais governado por corruptos …. não pode não. Não ter mais aqueles cara pelados, deitados no chão para as crianças apalparem…. que coisa chata… Não podemos aceitar que alunos aprendam dar valor a sua Pátria, honrar nossa bandeira e principalmente ” PENSAR. Estudantes não podem PENSAR…. tem que ser doutrinado na filosofia de
esquerda. Obedecer o papai da mentira. Só ele sabe as narrativas corretas para manter a classe estudantil na sua mão. São votos garantidos para o futuro do partido….