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Esporte Na Espanha, clubes são liberados para treinos coletivos a partir desta segunda

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Treinos vão voltar no país. (Foto: Reprodução)

A La Liga, responsável pela primeira e segunda divisões do Campeonato Espanhol, anunciou neste sábado (30) que os clubes poderão voltar a realizar treinos coletivos a partir desta segunda-feira, 1º de junho. O anúncio ocorre um dia após a retomada do torneio ter sido confirmada para 11 de junho e é motivado pela flexibilização de medidas restritivas impostas pelo governo para conter o avanço do coronavírus.

“Os clubes da La Liga iniciarão o treinamento coletivo a partir de segunda-feira, 1º de junho, já que o governo publicou um decreto para relaxar algumas restrições nacionais estabelecidas após a declaração de estado de emergência”, comunicou em nota a La Liga.

O retorno aos treinos coletivos é a quarta e última etapa do protocolo de treinamento elaborado pela La Liga. Na primeira fase, as equipes retornaram às atividades individuais no início de maio. Na segunda etapa, progrediram para o treinamento em grupo de até dez jogadores e, na terceira, foi possível, desde a última segunda-feira, realizar exercícios em grupos de até 14 jogadores.

Após o aval do Conselho Superior do Esporte, vinculado ao Ministério do Esporte, a liga e a Real Federação de Futebol da Espanha definiram que o Campeonato Espanhol recomeçará no dia 11 de junho. O clássico entre Sevilla e Betis marcará o reinício do torneio, que está suspenso desde 12 de março.

Para compensar o atraso no calendário, haverá jogos às segundas e sextas-feiras, medida permitida pela federação de futebol do país, que contrariou a decisão da Justiça local. A permissão será válida somente até o fim da atual temporada.

O Barcelona é o líder da competição, com 58 pontos, dois a mais em relação ao vice-líder Real Madrid. Restam 11 rodadas para o término do campeonato, que deve ser concluído no dia 19 de julho.

Coronavírus

O Estado de bem-estar dá um passo adiante na Espanha. O Governo aprovou em reunião ministerial uma ajuda de último recurso para quem não chegar a níveis mínimos de renda. Isso não significa que a Espanha não tivesse auxílios deste tipo ― existem 17 tipos, o mesmo número de governos regionais autônomos, mas com implantação muito desigual e valores muito díspares. Ao todo, as administrações regionais pagam atualmente cerca de 300.000 salários sociais. Os números postos sobre a mesa pelo Ministério da Previdência Social quase triplicam esta cifra. Calcula-se que haverá 850.000 famílias com direito à nova renda mínima e que ela custará 3 bilhões de euros (18 bilhões de reais) por ano. Mas a partir de agora, ambas as ajudas serão compatíveis, segundo o Ministro da Previdência, José Luis Escrivá.

O que o Conselho de Ministros aprovou nesta sexta é um auxílio que complementa a renda de famílias vulneráveis. Em um dos últimos rascunhos elaborados pela Previdência espanhola, define-se como lar vulnerável aquele cuja renda mensal seja de no máximo 10 euros a menos que a renda mínima que o Estado completará. Assim, uma família que cumprindo os requisitos tenha direito a uma renda mínima de 1.015 euros receberá o benefício se a sua renda familiar não superar 1.005 euros.

A medida abre a porta para a renda mínima vital. Nas semanas anteriores, a Previdência preparou um projeto com a contribuição de outros ministérios, comunidades autônomas, agentes sociais e inclusive associações que trabalham com potenciais beneficiário

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